Crise no PS

Alegre considera “intoleráveis” os “incidentes” de Ermesinde e exige intervenção imediata

Histórico do PS pede que insultos a António Costa por parte de militantes socialistas sejam averiguados pois este tipo de incidentes "não podem voltar a repetir-se".

Alegre pede intervenção urgente

FRANCISCO LEONG

O ex-candidato presidencial Manuel Alegre classificou esta segunda-feira como intolerável o clima de tensão registado no domingo, em Ermesinde (Valongo), quando o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, saiu da reunião da Comissão Nacional do PS.

Durante a Comissão Nacional do PS, dezenas de populares concentraram-se à porta da reunião e, no final, aplaudiram o secretário-geral do PS, António José Seguro, e alguns deles insultaram depois António Costa, chamando-lhe “traidor”, “oportunista”, “borra-botas” e mandando-o de volta para Lisboa.

“Esses incidentes são intoleráveis e não podem voltar a repetir-se. Tenho informações de que grande parte é militante do PS, o que exige uma intervenção imediata dos órgãos do partido”, declarou Manuel Alegre à agência Lusa.

O “histórico” dirigente socialista sustentou depois que “este tipo de fenómenos”, como aquele que ocorreu em Ermesinde, no domingo, “resolvem-se à nascença sob pena de a situação ficar incontrolável”.

“O PS é um partido democrático, onde não há lugar para arruaceiros. As responsabilidades nacionais do partido exigem um clima de serenidade e de respeito mútuo. Se o PS não souber resolver democraticamente os seus problemas internos corre o risco de perder o país”, avisou ainda Manuel Alegre.

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