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Como nasceu a GlobalStat

Uma base de dados sobre a Globalização, com escala planetária, não é tarefa fácil de concretizar. A GlobalStat nasceu hoje.

Autor
  • Diogo Queiroz de Andrade
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Na apresentação da GlobalStat, esta quinta-feira em Florença, estiveram os representantes das várias entidades que ajudaram a dar corpo à base de dados. O Instituto Universitário Europeu, a União Europeia (representada pelo diretor de Investigação do Parlamento Europeu) e a FFMS. E contou ainda com a presença do governo português na pessoa do ministro Poiares Maduro – que esteve também ligado ao IUE. Sublinhando que as decisões públicas são apenas tão boas como o modelo de discussão seguido para as atingir, defendeu maior informação para gerar melhores políticas públicas. O ministro reforçou também que a GloblStat é “um instrumento para a democracia, dando poder aos cidadãos para melhor avaliarem e escrutinarem os governos.”

Foi aliás na qualidade de diretor de Governança Global no IUE que, na altura, Poiares Maduro desafiou uma estudante de doutoramento a desenvolver a ideia de uma base de dados da globalização que fosse para lá do PIB – essa estudante era Gaby Umbach, a primeira diretora da Globalstat e uma das suas almas.

As outras estão todas do lado da Fundação Francisco Manuel dos Santos, a entidade que forneceu experiência e saber – graças ao conhecimento acumulado nomeadamente na Pordata. Pedro Magalhães, o diretor científico que representou a Fundação neste lançamento, afirmou a importância deste novo projeto:

Na apresentação foram também destacados os esforços do primeiro presidente da FFMS, António Barreto, e do atual, Nuno Garoupa, visto que ambos terão contribuído de forma decisiva para tornar realidade esta base de dados que afirma ir “para lá do PIB” – levando a entender o mundo através da análise de informação rigorosa e científica sobre as sociedades que o compõem. Num site bastante intuitivo e fácil de utilizar, estão dados desde 1960 para 193 países, num total de 500 indicadores. Graças a ela será mais fácil ter uma visão transversal sobre aspetos de sustentabilidade, riqueza, bem-estar e qualidade de vida por todo o mundo.

Apesar do lançamento bem-sucedido, este não será um projeto estático. A diretora Gaby Umbach reforça a ambição do projeto original:

 

O Observador viajou para Florença a convite da FFMS

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