CPLP

Fim da pena de morte na Guiné Equatorial: só falta a palavra do presidente

Falta "apenas o decreto presidencial" para a implementação da abolição da pena de morte na Guiné Equatorial, um das exigências para a adesão do país à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

As autoridades da Guiné Equatorial transmitiram esta quinta-feira que a pena de morte foi abolida e falta “apenas o decreto presidencial” para a implementação desta decisão, um dos pontos do roteiro de adesão à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

A informação foi adiantada aos jornalistas pelo ministro dos Negócios Estrangeiros e de Cooperação de Timor-Leste, Hernâni Coelho, no final do Conselho de Ministros extraordinário da CPLP, que também decorre esta quinta-feira, em Lisboa.

Questionado sobre se, durante a reunião dos chefes da diplomacia, foi discutida a evolução da Guiné Equatorial no cumprimento do roteiro definido para a adesão à organização, que ocorreu em 2014, o governante timorense afirmou que o ministro das Relações Exteriores da Guiné Equatorial, Agapito Mba Mokuy, apresentou um relatório sobre esta questão.

“Segundo o relatório, a pena de morte foi abolida, aguardando neste momento apenas o decreto presidencial para a implementação dessa evolução positiva que se verificou na Guiné Equatorial”, disse Hernâni Coelho.

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