Pokémon GO

Fazer negócio com o Pokémon GO? É possível

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A febre do Pokémon GO veio para ficar. O jogo tem cada vez mais utilizadores e já há relatos de várias situações insólitas. Há até quem aproveite o fenómeno para fazer negócio e lançar PokéStops.

JOSEP LAGO/AFP/Getty Images

O jogo tem pouco mais que duas semanas e já é um fenómeno mundial, apesar de ainda não ter chegado a muitos países. Foi lançado em Portugal, Espanha e Itália na sexta-feira e já estão todos rendidos. A aplicação pode ser descarregada para smartphones e funciona através de tecnologia de realidade aumentada.

Ainda só são oito os países onde está disponível, mas já reúne 65 milhões de jogadores. A aplicação já compete com o Twitter em número de utilizadores. Com uma adesão desta grandeza, é difícil deixar escapar a febre e há até quem aproveite para fazer negócio.

Uma pizzaria em Long Island, nos Estados Unidos, viu o negócio aumentar em 75% graças ao jogo. O proprietário comprou lure, uma das extensões que a aplicação disponibiliza, e que permite atrair monstros para o estabelecimento. A extensão custou 10 dólares (cerca de nove euros) e levou 12 monstros até ao restaurante (e com eles muitos jogadores).

Há já alguns estabelecimentos comerciais que se anunciam como sendo PokéStops. Nem os principais clubes portugueses escaparam. O Sporting partilhou a imagem de um Squirtle na Loja Verde, o Benfica diz que o Estádio da Luz é “o melhor e mais bonito PokéStop do mundo” e o Futebol Clube do Porto descobriu um Ónix nas bancadas.

Há até taxistas que oferecem os seus serviços para procurar as criaturas. O motorista está disposto a circular a baixa velocidade para chocar ovos e parar em várias Pokéstops ou ginásios. Os carros estão geralmente equipados com internet gratuita e permitem carregar telemóveis. Com sorte, o serviço pode incluir águas engarrafadas.

Há ainda quem se ofereça para jogar por si, prometendo passar vários níveis ou chocar ovos.

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