Logo Observador
Caixa Geral de Depósitos

Carlos César. PSD e CDS “não descansam enquanto não matarem a CGD”

742

O líder parlamentar do PS acusou os partidos da direita de fazerem "uma guerra partidária desesperada" que tem como consequência o "desprestígio" da Caixa Geral de Depósitos.

Autores
  • Agência Lusa
  • Rita Porto

Carlos César, líder parlamentar do PS, critica a decisão dos partidos de direita que anunciaram a criação de uma nova comissão parlamentar de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos (CGD) para analisar o papel do ministro das Finanças nos termos da contratação de António Domingues.

Eles [PSD e CDS] não descansam enquanto não matarem a CGD”, afirmou Carlos César, esta sexta-feira, em declarações aos jornalistas no Parlamento.

Para o socialista, os partidos da direita “envolveram-se numa guerra partidária desesperada” que tem como consequência o “comprometimento”, o “enfraquecimento” e o “desprestígio” da instituição bancária.

O que for proposto no sentido do apuramento da verdade ou de qualquer circunstância que respeite a lei e a Constituição é aceite por nós. Aquilo que conflituar com a Constituição, a lei e os regulamentos da Assembleia não será aceite”, afirmou aos jornalistas.

César considerou que a atual comissão “deve continuar o seu trabalho” de modo a “produzir um relatório” no final do mês de março. Isto “se o PSD e o CDS não desistirem de saber” o que levou à recapitalização da CGD, acrescentou.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Caixa Geral de Depósitos

O maior segredo do caso CGD

Rui Ramos
1.025

O segredo que o caso CGD ameaça desvendar é que o governo não tem condições para governar, e que a sua habilidade é feita de “habilidades” e “erros de percepção mútuos” que às vezes dão “trapalhada”.

Governo

A conspiração do silêncio

Manuel Villaverde Cabral
207

Se o PS está prisioneiro da sua aliança com os dois partidos da extrema-esquerda, também estes estão prisioneiros daquilo que o PS for obrigado a fazer para adiar o ajuste de contas com a Zona Euro.