Wi-Fi

Já há cafés a acabar com o wi-fi. O Kibbitznest, em Chicago, é um deles

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O café Kibbitznest, em Chicago, foi um dos estabelecimentos que abriu as portas nos EUA com o objetivo de deixar de lado os telemóveis e os computadores para incentivar o convívio entre as pessoas.

Annie Kostiner e Lewis, donos do Kibbitznest, admitem que a ideia surgiu para contrariar a maioria dos cafés que se transformaram em escritórios por acolherem tanta gente que os encara como um local de trabalho

Não deve ser fácil encontrar por estes dias um café ou restaurante que não tenha free wi-fi. Mas ultimamente têm surgido cada vez mais locais onde a política é a inversa: tudo desligado para promover o diálogo entre os clientes. O café Kibbitznest, em Chicago, abriu as portas com esse propósito: deixar de lado os telemóveis, os computadores e os tablets e incentivar o convívio entre as pessoas, conta a BBC.

Annie Kostiner e Lewis, donos do Kibbitznest, admitem que a ideia surgiu para contrariar a onda da maioria dos cafés que se transformaram em escritórios, por acolherem tanta gente que os encara como um local de trabalho. Rodeado de livros e sofás e com o objetivo de “preservar a qualidade da comunicação humana através da promoção de um equilíbrio entre a comunicação face a face e os meios eletrónicos”, tal como anuncia o site oficial, o espaço não tem sido poupado a elogios pelos clientes. Kostiner admite que, muitas vezes, as pessoas agradecem-lhe por ter criado um café onde podem relaxar e ficar longe do “mundo”. “Estou tão feliz por ter aberto este café”, dizem.

O café Kibbitznest, em Chicago

Apesar de contrariar a tendência e ir contra aquilo que a maior parte das pessoas procura num café, o Kibbitznest demonstra já ter convertido até mesmo aqueles que se deslocaram até lá com o intuito de trabalhar à frente do computador.

Outra zona do café também repleta de livros e sofás

A relembrar os tempos em que os cafés e os restaurantes eram vistos como um espaço de convívio, de interação social e de debate, os cafés free wi-fi não são recentes e já podem ser encontrados noutros locais dos Estados Unidos, em Londres e no Canadá.

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