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Nostalgia

Os produtos de beleza que as nossas avós usavam

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Pó de arroz, sabonete, laca e uma lata familiar de creme de mãos que custava 26 escudos. Viagem no tempo para recordar os produtos de beleza que se usavam antigamente (alguns ainda se vendem hoje).

Autor
  • Helena Magalhães

Já não tomamos banho “quando o rei faz anos” e o sabão azul e branco vive longe da nossa pele. Muito tem vindo a mudar nas nossas rotinas de beleza graças ao desenvolvimento da cosmética e ao investimento científico das marcas que enchem o mercado de novas fórmulas, texturas e produtos de ano para ano. Há mais de um século — mais precisamente em 1912 — a Nivea criou um champô que viria a mudar a rotina de lavagem de cabelo até aos dias de hoje. Na altura, lavar o cabelo não era um hábito regular porque os produtos de limpeza que existiam deixavam os fios ásperos. Talvez tenha sido aqui que nasceu a expressão “cabelo palha de aço” porque era exatamente assim que as mulheres ficavam.

E talvez não pense muito nisto mas já viu tudo o que mudou só nos últimos dez anos? Em 2007 não existiam (pelo menos não de forma tão popularizada no mercado português) algumas das coisas que hoje são tão banais para nós: água micelar, óleos faciais, BB Creams, primers, máscaras, a famosa esponja Beauty Blender. Já para não falar de tudo o que mudou na maquilhagem graças às redes sociais: batons líquidos, contornos, produtos para sobrancelhas, bases em almofada… a lista é infinita. E as marcas? Já viu a quantidade de marcas que, hoje em dia, pode comprar não só nas perfumarias como nas lojas online?

Se é daquelas que, no meio de tanta coisa, continua a queixar-se que não tem produtos de beleza suficientes, recorde na fotogaleria algumas das coisas (tão simples) que existiam à venda no tempo das nossas mães e avós. Vai uma dose de nostalgia?

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