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Caixa Geral de Depósitos

PS designa três vice-presidentes para a nova comissão de inquérito sobre CDG

O PS indicou três vice-presidentes da sua bancada para a nova comissão de inquérito parlamentar sobre a Caixa Geral de Depósitos (CGD).

LUSA

O PS indicou esta quarta-feira três vice-presidentes da sua bancada para a nova comissão de inquérito parlamentar sobre a Caixa Geral de Depósitos (CGD) proposta de forma potestativa pelo PSD e CDS-PP, disse à agência Lusa fonte socialista.

João Paulo Correia será o coordenador dos deputados do PS nesta comissão parlamentar de inquérito, que contará ainda com a presença do porta-voz do partido, João Galamba, e do “vice” Filipe Neto Brandão.

Os restantes quatro deputados do PS são Odete João, Eurico Brilhante Dias, Francisca Parreira e Luís Testa, havendo ainda a registar o facto de João Paulo Correia e João Galamba repetirem a sua presença nesta segunda comissão parlamentar de inquérito sobre a CGD.

A nova comissão de inquérito, que vai apreciar a atuação do Governo na nomeação e demissão da anterior administração da CGD, vai tomar posse no próximo dia 14.

Em conferência de líderes realizada no passado dia 1, o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, deu conta da admissibilidade da iniciativa pedida potestativamente por PSD e CDS-PP, tendo sido fixado esta quarta-feira como data limite para os partidos indicarem os seus representantes.

Atualmente, está em funcionamento uma comissão de inquérito, constituída ainda na anterior sessão legislativa, que se debruça sobre a gestão da CGD desde o ano 2000 e sobre os motivos que estão na origem da necessidade de recapitalização do banco público.

Este objeto tem sido invocado pela esquerda parlamentar para inviabilizar alguns pedidos do PSD e CDS-PP de audições e diligências, como a troca de comunicações entre o ministro das Finanças, Mário Centeno, e o anterior administrador da CGD, António Domingues.

Por esse motivo, PSD e CDS-PP apresentaram um requerimento para a criação de uma nova comissão e que pede, de forma potestativa (obrigatória), que este segundo inquérito se dirija “à atuação do XXI Governo Constitucional no que se relaciona com a nomeação e a demissão da administração do dr António Domingues”.

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