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Marcelo Rebelo de Sousa

Portugal está a entrar num “novo ciclo”, mas é preciso investimento e estabilidade

O PR considerou que o país está a entrar num "novo ciclo" de crescimento sustentado, mas avisou que para tal é preciso atrair investimento privado e alcançar um quadro de estabilidade.

LUIS FORRA/LUSA

O Presidente da República considerou este sábado que o país está a entrar num “novo ciclo” de crescimento sustentado, mas avisou que para tal é preciso atrair investimento privado e alcançar um quadro de estabilidade.

“Todos sentimos que estamos a entrar num novo ciclo e esse ciclo vai dominar os nossos próximos anos, certamente os próximos três ou quatro anos, mas o ideal fora que fosse um ciclo bem mais longo, para além de legislaturas, para além de mandatos presidenciais, e que é um ciclo do crescimento sustentado”, declarou o chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa.

Marcelo Rebelo de Sousa, que falava durante o discurso de encerramento de um congresso que hoje decorreu em Faro, sublinhou que aquilo que vai fazer crescer Portugal “é, sobretudo, o investimento privado, interno e externo”, mas, fundamentalmente, um quadro de estabilidade em diversos setores.

Segundo o chefe de Estado, o país precisa não só de estabilidade política, “desejavelmente governos de legislatura, governos fortes e oposições fortes”, mas também de estabilidade institucional, legislativa, fiscal, para não haver “alterações de caminho”, laboral e, por fim, estabilidade social.

“Mas o quadro de estabilidade que vos referi é o fundamental, porque está ligado à palavra-chave: confiança”, sublinhou, observando que investe “quem tem confiança, quem não tem confiança, espera para investir”.

Marcelo Rebelo de Sousa falava durante o encerramento do congresso “Pela excelência da economia do Algarve: superar bloqueios e vencer desafios”, promovido pela associação AlgFuturo, em Faro.

À chegada à Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve, onde decorreu o congresso, o Presidente da República foi recebido por um grupo de meia centena de manifestantes, ligados, na sua maioria, a movimento anti-petróleo.

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