Caixa Geral de Depósitos

CGD: Costa defende autonomia de gestão no fecho de balcões

Costa defendeu o plano de reestruturação da CGD que prevê a presença do banco público em todo o país e salientou que o Governo não se substituirá à administração.

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O primeiro-ministro defendeu que o plano de reestruturação da CGD prevê a presença do banco público em todo o país e salientou que o Governo não se substituirá à administração, colocando em causa a liberdade de gestão.

António Costa falava aos jornalistas após ter estado reunido cerca de duas horas com representantes das ordens profissionais, depois de questionado sobre a contestação existente ao plano de reestruturação da Caixa Geral de Depósitos (CGD), o qual prevê o encerramento de 180 balcões até 2020.

“O plano de reestruturação da CGD garante a presença da Caixa em todo o país, em todos os concelhos. Mas, o Estado ser acionista da Caixa não significa que o Governo se deva meter na vida do dia-a-dia da CGD. Temos uma administração que deve exercer as suas funções com independência, com autonomia – e o Governo tem toda a confiança na Caixa para assegurar a boa gestão”, respondeu o primeiro-ministro.

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