Logo Observador
Montepio

Costa afirma que Ministério do Trabalho está a assegurar “estabilidade” do Montepio

O primeiro-ministro afirmou esta segunda-feira que o seu Governo, por intermédio do Ministério do Trabalho, está a adotar as medidas necessárias para assegurar a estabilidade do Montepio.

António Costa falava aos jornalistas no final de uma reunião com representantes de ordens profissionais

FELIPE TRUEBA/EPA

O primeiro-ministro afirmou equesta segunda-feira o seu Governo, por intermédio do Ministério do Trabalho, está a adotar as medidas necessárias para assegurar a estabilidade quer da associação mutualista do Montepio, quer do banco Caixa Económica Montepio Geral.

António Costa falava aos jornalistas no final de uma reunião com representantes de ordens profissionais, depois de confrontado com a situação da associação mutualista do Montepio, que detém cem por cento do banco Caixa Económica Montepio Geral. “O Ministério do Trabalho está a adotar as medidas que são necessárias tomar para assegurar a estabilidade, quer da associação mutualista, quer do banco Montepio”, respondeu o líder do executivo.

António Costa defendeu depois a ideia de que o seu Governo, no que respeita à banca, “aquilo que tem dito é aquilo que tem feito”. “Nós não falamos sobre problemas, resolvemos os problemas. Até há um ano, a prática era que os problemas do sistema financeiro eram escondidos. Agora são enfrentados e são resolvidos”, disse.

Costa referiu então que, quando iniciou funções, o país registava problemas em bancos privados. “Mas, depois, felizmente, foram criadas as condições institucionais para esses bancos estarem hoje devidamente capitalizados e para terem resolvido os conflitos acionistas que tinham e, portanto, estarem com a sua página ultrapassada”, disse.

Após estas referências ao Millennium e ao BPI, António Costa adiantou que, por sua vez, o Banco de Portugal “está a concluir o processo de alienação do Novo Banco”. “Temos também agora um banco público – a Caixa Geral de Depósitos – que tem hoje condições para ser capitalizado a 100 por cento pelo Estado, para poder desenvolver o seu plano de negócio e para estar presente em todo o país, assumindo-se como uma garantia para as poupanças das famílias portuguesas”, acrescentou.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Terceira Idade

A peste grisalha

Paulo de Almeida Sande

A velhice na sociedade actual, que nos chama velhos aos 40 e nos condena a um longo ostracismo até que a vida natural em nós se apague, 50 ou 60 anos mais tarde, é um longo, lento e doloroso naufrágio