Logo Observador
Opel

França concluiu que Opel não cometeu fraude nas emissões de poluentes

Os serviços antifraude franceses concluíram que o fabricante alemão Opel não violou a regulamentação em matéria de emissões de gases poluentes nos seus veículos comercializados no país, informou o Ministério da Economia.

FILIP SINGER/EPA

Os serviços antifraude franceses concluíram que o fabricante alemão Opel não violou a regulamentação em matéria de emissões de gases poluentes nos seus veículos comercializados no país, informou esta segunda-feira o Ministério da Economia.

Segundo o departamento que funciona sobre a dependência do Ministério da Economia a investigação sobre as emissões de gases poluentes relativa à Opel foi encerrada “sem que os elementos reunidos e analisados tenham evidenciado factos constitutivos de infração ou engano”, refere o comunicado.

Essas investigações, a cabo do organismo antifraude (DGCCRF), inserem-se no âmbito de uma análise global dos carros comercializados em França após as revelações de fraude da Volkswagen nos Estados Unidos. Por ocasião dessa campanha de análise, a DGCCRF transmitiu à justiça, em fevereiro de 2016, indícios de fraude nos controlos efetuados sobre os veículos Volkswagen. Em novembro, foi o caso da Renault e em fevereiro último o da Peugeot Citroën e Fiat. O Ministério da Economia francês assinalou que as investigações relativas a outras fabricantes automóveis estão em curso.

Comparador de carros novos

Compare até quatro, de entre todos os carros disponíveis no mercado, lado a lado.

Comparador de carros novosExperimentar agora
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Peugeot

Opel: o Regresso ao futuro

Filipe Sampaio Rodrigues
270

A indústria automóvel está cada vez mais pressionada. Os preços dos automóveis novos não sobem há mais de 15 anos, as vendam também não. É neste contexto que a aquisição da Opel tem que ser enquadrada

Catolicismo

Fátima (1): Aparições ou visões?

P. Gonçalo Portocarrero de Almada

Na Cova da Iria os pastorinhos tiveram visões e não aparições, mas o valor não é menor porque, como notou Bento XVI, visões têm uma força de presença tal que equivalem à manifestação externa sensível.