Romance

Primeiro romance da ex-mulher de Elon Musk chega a Portugal

O primeiro livro da atriz Talulah Riley teve muitas fontes de inspiração. Uma delas terá sido o próprio casamento com o bilionário Elon Musk, com quem se casou duas vezes e separou outras três.

A vida amorosa de Talulah Riley podia dar um livro. Se não deu, pelo menos inspirou o romance que a atriz britânica escreveu e que é lançado esta semana em Portugal. “As boas raparigas não ganham ao Amor – As más não desistem nunca” é uma história de amores e desencontros nos tempos modernos que, diz a autora, foi contagiada pelo estilo da saga ’50 sombras de Grey’, de E.L. James.

Muitos acreditam, contudo, que a verdadeira inspiração vem da relação com o bilionário Elon Musk, criador da Tesla, da PayPal e da SpaceX, que terá uma fortuna avaliada em 12 mil milhões de dólares (cerca de 11 mil milhões de euros) Uma ligação que a atriz e escritora não confirma, mas também não nega: “Ele é o meu melhor amigo, irei amá-lo para sempre”, disse em entrevista em Agosto do ano passado, quando o casal avançou para o seu segundo divórcio.

Sim, leu bem, segundo divórcio. Talulah Riley e Elon Musk casaram-se pela primeira vez em 2010 e divorciaram-se dois anos depois. Voltaram a casar em Julho do ano seguinte, mas o empresário pediu a separação em Dezembro de 2014. Uma decisão em que voltaria atrás, quando se reconciliou com Talulah no verão de 2015. Seria ela a avançar de novo com os papéis do divórcio em Março do ano passado e, dessa vez, terá sido mesmo definitivo. Balanço final: dois casamentos, três separações, dois divórcios.

Com o divórcio, a atriz terá negociado um acordo na ordem dos 16 milhões de dólares (pouco mais de 15 milhões de euros) conforme foi divulgado na altura, dinheiro esse que lhe permitiu criar uma empresa em Silicon Valley, a Forge, especializada em aplicações de recrutamento e gestão de talentos. Nesta empresa, Talulah Riley tem como sócia uma luso-descendente, Stacey Ferreira, que foi considerada pela Forbes uma das jovens promessas mundiais na área da tecnologia com menos de 30 anos.

O romance de Talulah Riley – ‘Acts of Love’ na edição original lançada em meados de 2016 – reaviva assim as memórias do atribulado romance entre Talulah Riley e Elon Musk. Os dois conheceram-se em 2008, num bar em Londres, e a atriz, então com 22 anos, recorda que a primeira abordagem do homem que criara a empresa espacial SpaceX a deixou bastante cética. “Ele convidou-me para ver os foguetões dele”, contou numa entrevista à revista do Daily Mail. “E na verdade foi mesmo isso que ele me levou a ver”.

O casamento, apesar da diferença de idades – Elon Musk é 20 anos mais velho e já estivera casado com uma escritora – aconteceu dois anos depois. E Talulah não descarta a possibilidade de voltarem a juntar-se. “Ainda nos vemos e cuidamos um do outro. Quando estamos e nos separamos de alguém várias vezes ao longo de oito anos, aprendemos a amar. E nós somos muito bons a amar-nos um ao outro”, confidenciou Talulah. No capítulo de agradecimentos no final do seu livro, aliás, Talulah termina com uma dedicatória “ao meu amor, sempre, a Elon”.

No seu Instagram, Talulah Riley mantém muitas fotos com Elon Musk, dos tempos em que ainda estavam juntos. Como quando o empresário lhe ofereceu um carro Tesla, na véspera do Natal de 2015.

This jolly old elf delivered an early Christmas present. Thank you @elonmusk #modelx #christmaseve

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Ou numa das muitas viagens, como esta ao Mónaco.

Monaco!!

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Ou das saídas e jantares, que eram muito comuns.

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Aos 32 anos, Talulah Riley mantém a sua carreira ligada ao meio em que começou: a televisão. A atriz de origem britânica começou em séries televisivas como Miss Marple e Poirot e, recentemente, regressou aos ecrás com a série WestWorld. No cinema, ficou popular pelos papéis nas longas metragens Orgulho e Preconceito (era Mary Bennett), Inception – A origem, com Leonard DiCaprio, e Thor.

O livro “As boas raparigas não ganham ao amor” levou três anos a escrever, explicou a autora, e começou como um hobbie a que se dedicava sobretudo a partir das 11 horas da noite. Um projeto em que se inspirou na personagem masculina, Christian Grey, das ’50 Sombras de Grey’. “Como reagiriam os leitores se em vez de um homem fosse uma mulher a fazer o papel de manipuladora e predadora sexual? Então pensei numa jornalista que pudesse fazer agir assim e que encontrasse um homem que correspondesse às saus convicções.” A edição portuguesa chega às bancas esta semana.

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