Logo Observador
Orçamento do Estado

Medidas que a esquerda pede avançam mas só de forma faseada

O secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares diz ter uma convicção muito forte que os próximos dois orçamentos vão ser aprovados pela geringonça. Baixa de IRS sim, mas de forma faseada.

HUGO AMARAL/OBSERVADOR

A redução do IRS, a menor penalização das reformas para as carreiras mais longas e o descongelamento das carreiras na Função Pública, medidas que a esquerda pede, estarão no próximo Orçamento do Estado, garante o secretário de Estado de Assuntos Parlamentares em entrevista à Antena 1, mas serão todas feitas de forma faseada.

Pedro Nuno Santos mostra-se confiante que os próximos dois Orçamentos do Estado desta legislatura vão ser aprovados, apesar de algumas críticas dos parceiros à esquerda do caminho escolhido pelo Governo, com base no trabalho que tem tido diariamente com os partidos mais à esquerda.

O governante, que diz que não precisa de ser ministro porque trabalha na dependência direta do primeiro-ministro, diz ainda que Mariana Mortágua teve um “erro de perceção mútua” – expressão usada por Mário Centeno para qualificar os desentendimentos com o ex-presidente da Caixa Geral de Depósitos António Domingues – sobre a questão do salário mínimo, que, garante, vai aumentar até aos 600 euros.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: nmartins@observador.pt
António Costa

Sim, isto é mesmo como na Grécia

Rui Ramos
1.958

Não é só em Portugal: também a Grécia festeja um resultado orçamental histórico. O método foi o mesmo: reduzir o Estado a controle, empregos, e favores para amigos, e cortar o resto sem piedade.