Venezuela

Venezuela. Nove países juntam-se para condenar a violência dos últimos dias

Os governos vizinhos da Venezuela - Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Paraguai, Peru e Uruguai - juntaram-se para condenar a violência a que se tem assistido no país.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, já se pronunciou sobre o assunto.

CRISTIAN HERNANDEZ/EPA

Os governos vizinhos da Venezuela – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Paraguai, Peru e Uruguai – “condenam” a violência a que se tem assistido no país. Os nove países lamentam que os esforços internacionais para aliviar a violência tenham sido ignorados.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros argentino garantiu, num documento publicado esta sexta-feira, que os nove países apoiam a declaração do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, a apelar a “medidas concretas”.

A declaração apela às autoridades venezuelanas para que “retomem o caminho das instituições democráticas” e libertem os presos políticos.

[São necessárias] medidas concretas a serem adotadas por todas as partes para reduzir a polarização e criar as condições favoráveis para fazer face aos desafios do país, para o bem do povo venezuelano.”

A condenação internacional parte também dos E.U.A. O ex-candidato à presidência e atual Senador republicano, Marco Rubio, lançou críticas ao governo venezuelano por ter tomado posse da fábrica da General Motors, na quinta-feira. A empresa já divulgou, entretanto, que suspendeu todas as operações no país.

O representante da Florida acusa a administração socialista de Nicolas Maduro de “falta de consideração pelas mais básicas normas democráticas.” Dezenas de milhares de protestantes têm-se concentrado nas ruas da capital, Caracas.

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