Estados Unidos da América

EUA: o discurso emocionado de Jimmy Kimmel que se tornou viral

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Jimmy Kimmel partilhou o drama que viveu recentemente com o quarto filho, que foi operado ao coração com apenas três dias. Sobreviveu. E o comediante abordou a experiência de forma emocionada.

Jimmy Kimmel apresentou a última cerimónia dos Óscares e é um dos maiores comediantes americanos da atualidade

Getty Images

Quando anunciou publicamente que seria pai pela quarta vez, Jimmy Kimmel voltou a ser o génio comediante que todos nós conhecemos. “Há muita coisa a acontecer. Vou apresentar os óscares e fiz sexo, duas coisas que quando era adolescente nunca pensaria fazer”, comentou. Numa frase, fez-nos rir. Agora, num discurso, quase nos faz chorar: no seguimento dos problemas congénitos de coração do filho recém-nascido, o apresentador expôs em direto o drama que viveu e deixou um alerta para a importância do Obamacare. “Nenhum pai deve ter de decidir se tem o dinheiro suficiente para salvar o filho”, referiu.

No Jimmy Kimmel Live, o americano explicou o drama que viveu: três horas depois do nascimento, o seu filho, Billy, o segundo com a atriz Molly McNearney, começou a ficar roxo. Uma enfermeira apercebeu-se do que se estava a passar, não demorou a detetar-se um problema de coração. “A situação era séria e tivemos ateus a rezar por nós”, comentou. Com apenas três dias, o bebé foi alvo de uma operação ao coração. Sobreviveu.

“Crescemos com as pessoas a ensinarem-nos que vivemos no maior país do mundo, mas até há alguns anos, milhões e milhões de nós não tinham acesso a seguros de saúde. Por exemplo, antes de 2014, se um bebé nascesse com defeitos congénitos de coração como o meu filho, havia até uma grande probabilidade de não viver o suficiente para conseguir isso. Aqui não interessa se somos republicanos ou democratas ou outra coisa, todos concordamos com isto, certo?”, referiu.

Vi ali muitas famílias e nenhum pai deve ter de decidir se tem o dinheiro suficiente para salvar o filho, isso nunca devia acontecer.”

“Qualquer que seja a pessoa que apoiem ou o partido, vamos acabar com a parvoíce. Isto não é um jogo de futebol, não existem equipas. Nós somos a equipa, nós somos os Estados Unidos e não deixem que nos dividam. Vi ali muitas famílias e nenhum pai deve ter de decidir se tem o dinheiro suficiente para salvar o filho, isso nunca devia acontecer. Obrigado por me terem ouvido. E prometo que não chorarei mais durante o programa”, concluiu.

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