Logo Observador
Passadeira Vermelha

Depois da música, os melhores e piores looks da Eurovisão

116

Do fato metálico da checa Martina Bárta à racha vertiginosa da polaca Kaisa Mós, a semifinal da Eurovisão 2017 foi palco de looks irreverentes e peças extravagantes que brilharam mais que a música.

Autor
  • Sílvia Silva

À moda eterna dos brilhantes que, mesmo sem desaparecerem no total, juntaram-se novas cores metálicas e coordenados extravagantes. A semifinal da Eurovisão 2017 foi palco de looks irreverentes que brilharam, por vezes, mais do que a música. Salvador Sobral levou com um fato preto feito pela mãe. O sueco Robin Bengtsson deu o pontapé de partida nas cerimónias com um elegante fato de duas peças em tons de roxo acetinado, seguido pelo revelador vestido vermelho da artista Tamara Gachechiladze, em representação da Geórgia.

Entre as mais bem vestidas da noite destacou-se Kaisa Mós com um vestido em chiffon branco que favorecia as curvas da polaca. À margem das rachas vertiginosas, Demy não desiludiu a mitologia grega com um coordenado em tons da pele e lábios vermelhos. Na lista das surpresas, Martina Bárta quebrou o dress code feminino e escolheu um conjunto de calças e casaco em tons metálicos.

A caminho do masculino, Slavko Kalezić, artista do Montenegro, entrou com uma saia e saiu com umas calças brilhantes. Uma longa trança e camisola transparente complementaram o conjunto, no mínimo, atrevido. Triana Park, da Letónia, também tem um lugar reservado nos piores da noite com umas botas acima do joelho e um macacão justo, com clara inspiração futurista. Em fotogaleria, comprove os vestidos (e fatos) da semifinal do festival europeu de música.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Família

O cabanão (segunda crónica estival)

Maria João Avillez

Mas a quem preocupa hoje o esmorecimento do modelo tradicional familiar se ele é propagado como tendo passado de moda, saído de linha, estar “descontinuado”?

Família

O stress das férias

Laurinda Alves
713

Há clássicos eternos que podem ser evitados ou, pelo menos, minimizados se as prioridades forem bem geridas em férias. Nomeadamente se formos capazes de desligar telemóveis e computadores.