Livros

Hélia Correia distinguida como Escritora Galega Universal 2017

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A escritora portuguesa foi distinguida com o Prémio Escritora Galega Universal 2017, anunciou hoje a Associação de Escritoras e Escritores em Língua Galega (AELG).

ESTELA SILVA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

Hélia Correia vai receber o galardão no dia 20 de maio, na Gala do Livro Galego, que decorrerá no Teatro Principal de Santiago de Compostela.

No âmbito da Gala do Livro Galego, Hélia Correia realizará a 19 de maio, às 18h30 (17h30 em Lisboa), na Fundação Eugenio Granell, uma conferência, acompanhada pelo presidente da AELG, Cesáreo Sánchez Iglesias, e pelo representante de Lusofonia da AELG, Carlos Quiroga. Horas antes, às 12h00 locais, terá lugar um encontro com a comunicação social.

A AELG destaca com esta menção a alta qualidade literária do conjunto da obra de Hélia Correia, com a que nos dá testemunho do seu tempo, do nosso tempo, a partir de um insubornável compromisso ético”, realçou a AELG.

Nascida em 1949, em Lisboa, Hélia Correia licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e, em 1981, estreou-se na poesia com o livro “O Separar das Águas”, tendo em “Adoecer”, publicado em 2010 pela editora Relógio d’Água, um dos seus títulos de destaque.

Hélia Correia é autora ainda de “A Terceira Miséria”, “Montedemo”, “A Pequena Morte/Esse Eterno Canto”, entre outros.

A escritora já foi premiada em múltiplas ocasiões, tendo recebido o prémio do P.E.N. Clube Português de Novelística em 2002 e o de Poesia em 2012, bem como o prémio Vergílio Ferreira em 2013 e, em 2015, o Prémio Camões.

Noutras edições, o Prémio Escritor Galego Universal distinguiu nomes como Mahmud Darwix, Pepetela, Nancy Morejón, Elena Poniatowska, Juan Gelman, Antonio Gamoneda, José Luis Sampedro, Lídia Jorge, Bernardo Atxaga, Luiz Ruffato e Pere Gimferrer.

O Prémio Escritor Galego Universal é organizado pela AELG, pela Associação Galega de Editoras e pela Federação de Livrarias da Galiza, numa parceria com o Concelho de Santiago, o Ministério espanhol da Cultura, a Deputação da Corunha e a Fundação Eugenio Granell.

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