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Teste. Ponha a mente a trabalhar: 5 desafios, de chapéus-mistério até um crime

O corpo começa a acusar o cansaço, agora que a semana vai a meio. Mas e o raciocínio, será que continua fresco? Teste-o com estes cinco desafios. Uma promessa: nem sequer vai precisar de calculadora?

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Olhos bem abertos e concentração aguçada: para manter o cérebro sempre ativo, numa semana que já vai a meio, temos cinco desafios para testar a sua capacidade mental. Sim, há alguma matemática envolvida, mas nada que exija uma calculadora científica ou sequer um lápis e folha de rascunho à mão. Basta pôr a cabeça a trabalhar.

Consegue responder aos cinco exercícios sem dificuldade? Descubra aqui em baixo e encontre as soluções no fundo do artigo.

A cor dos chapéus

Quatro prisioneiros têm a oportunidade de ficar livres da cadeia se adivinharem a cor do chapéu que levam na cabeça e que não conseguem ver. Os homens não podem conversar uns com os outros nem olhar-se de frente. Tudo o que os prisioneiros sabem é que há quatro chapéus em jogo, dois de uma cor e outros dois de outra cor. Qual dos prisioneiros vai conseguir acertar na cor do seu chapéu em primeiro lugar e sair em liberdade?

A bruxa e o príncipe

Um príncipe viajava por todo o mundo em busca do amor verdadeiro. Já o verão chegava ao fim quando encontrou a cabana de uma bruxa velha e pediu para lá ficar apenas uma noite. A bruxa aceitou e foi muito hospitaleira: deu-lhe cama, água e comida. Na manhã seguinte, quando o príncipe se preparava para retomar a sua viagem, a bruxa deu-lhe um presente e disse-lhe: “Um dia, o teu caminho vai ser interrompido por um grande rio que não tem ponte. Por isso, não terás mais nenhuma opção senão nadar até à outra margem. Mas graças a esta túnica mágica não te afogarás”. O príncipe agradeceu o presente e continuou a viagem.

Cem dias e cem noites depois, o príncipe encontrou o rio de que a bruxa lhe tinha falado. No entanto, foi capaz de atravessar o rio em segurança sem precisar da túnica mágica. Porquê?

Atropelo e fuga

Numa noite escura, um carro fugiu depois de ter atropelado um peão numa rua estreita. Um agente da polícia que estava na cena do crime disse que o carro movia-se a grande velocidade. Seis outras pessoas assistiram ao crime, mas as suas versões dos acontecimentos eram muitas e contraditórias: a primeira pessoa disse que viu um homem a conduzir um carro azul; a segunda pessoa disse que os faróis do carro estavam desligados quando o carro seguia a toda a velocidade; a terceira pessoa disse que o carro não ia tão depressa assim e que conseguiu fixar a matrícula; a quarta pessoa disse que o carro era um Toyota com as luzes desligadas; a quinta pessoa disse que a condutora era uma mulher e que o carro não tinha matrícula; e a sexta pessoa afirmou que o carro era um Ford cinzento.

O condutor acabou por ser detido e o carro também foi apreendido. Mas apenas um dos seis testemunhos era completamente verdadeiro. Todos os outros tinham uma parte verdadeira e outra parte falsa. Tendo isto em conta, responda às seguintes perguntas:

  • Qual era a marca do carro?
  • De que cor era o carro?
  • Ia a alta ou baixa velocidade?
  • Tinha matrícula?
  • Os faróis estão ligados ou desligados?
  • O condutor era um homem ou uma mulher?

O enigma das porcas

Um condutor estava a trocar um pneu quando as quatro porcas da roda caíram numa sarjeta. Era praticamente impossível recuperá-las, por isso o homem temia que ficaria demasiado tempo a tentar retirá-las dali. No entanto, um rapaz numa bicicleta passou perto dele e deu-lhe uma solução. O homem conseguiu trocar o pneu e conduzir em segurança até à bomba de gasolina mais próxima. O que disse o rapaz ao condutor?

O fazendeiro e as gaiolas

Um fazendeiro tem três grandes gaiolas onde guarda os seus coelhos. Uma das gaiolas está pintada de vermelho, outra de amarelo e a terceira gaiola de verde. Na gaiola verde há duas vezes mais coelhos do que na gaiola amarela. Um dia, o fazendeiro tira cinco coelhos da gaiola esquerda para deixá-los em liberdade durante algum tempo. Metade dos coelhos restantes são transportados para a gaiola vermelha. De que cor é a gaiola da esquerda?

Chegou o momento dos vereditos! Veja aqui em baixo as respostas propostas pelo La Voz del Muro.

A cor dos chapéus

É o prisioneiro número 2. Porque ele consegue ver o chapéu azul do prisioneiro número 3 e, se o seu próprio chapéu também fosse azul, então o prisioneiro 1 conseguia afirmar que tem um chapéu amarelo. Se o prisioneiro 1 não diz nada é porque vê um chapéu de cada uma das duas cores possíveis e não consegue tirar conclusões.

A bruxa e o príncipe

O encontro entre a bruxa e o príncipe aconteceu no final do verão. Cem dias depois, quando o príncipe se deparou com o rio, já era inverno e o rio estava congelado. Por isso, o príncipe conseguiu atravessar o rio a pé.

Atropelo e fuga

O carro é um Ford azul conduzido por uma mulher que seguia a toda a velocidade com os faróis desligados. O polícia já tinha confirmado que o carro seguia muito rápido. Se cada testemunho dizia uma verdade e uma mentira (excepto um, que estava completamente correto), pode tirar-se esta conclusão por exclusões de partes.

O enigma das porcas

O rapaz disse ao condutor que ele podia tirar apenas uma porca de cada uma das outras rodas do carro e assim conduzir até à bomba de gasolina mais próxima com três porcas em cada pneu.

O fazendeiro e as gaiolas

A gaiola era amarela. O enunciado afirma que a gaiola verde tinha duas vezes mais coelhos do que a gaiola amarela, o que significa que na gaiola verde havia um número par de coelhos. Depois de serem retirados cinco coelhos na gaiola da esquerda, também ficou um número par de coelhos lá dentro, já que essa quantidade pode ser dividida para que uma parte fosse transferida para outra gaiola. Isso significa que, antes de terem sido retirados os cinco coelhos da gaiola misteriosa, havia um número ímpar deles. Por isso, ela não pode ser nem verde, nem vermelha.

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