Drogas

Haxixe apreendido no Mediterrâneo tinha como destino país africano

As 10 toneladas de haxixe apreendidas por autoridades portuguesas no Mediterrâneo tinham como origem Marrocos e como destino outro país do norte de África.

A operação resulta de uma investigação da UNCTE e que conta com a colaboração da Europol, do Maritime Analysis and Operations Centre - Narcotics (MAOC-N), autoridades espanholas, francesas, holandesas e gregas

LUÍS FORRA/LUSA

As 10 toneladas de haxixe apreendidas, esta quinta-feira, por autoridades portuguesas no Mediterrâneo tinham como origem Marrocos e como destino outro país do norte de África, disse o coordenador da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE).

Segundo Artur Vaz, a investigação, que decorria há um ano, culminou com a apreensão de uma embarcação de pesca transformada em barco de recreio que transportava a droga e a detenção de seis homens, dois dos quais portugueses, à saída do estreito de Gibraltar.

Em declarações aos jornalistas, aquele responsável escusou-se a adiantar mais pormenores acerca da operação, que decorreu em águas internacionais, adiantando, contudo, que a investigação prossegue para que a rede seja desmantelada na sua totalidade.

Os 333 fardos com o produto estupefaciente estavam acondicionados num compartimento da embarcação, que navegava com bandeira holandesa, não tendo sido “difícil” para as autoridades encontrarem a droga, acrescentou.

A operação conjunta da Polícia Judiciária, Força Aérea e Marinha portuguesas envolveu vários meios navais e aéreos, um dos quais apetrechado com equipamento de vigilância noturna, o que permitiu seguir a embarcação desde a sua origem até à interseção.

A abordagem marítima foi feita pela Marinha, não tendo havido resistência por parte dos membros da tripulação, disse aos jornalistas o comandante Carvalho e Pinto.

Segundo aquele responsável da Armada Portuguesa “não foram encontradas armas a bordo” durante a “Operação Levante”.

Os seis detidos têm idades entre os 20 e os 61 anos e são suspeitos de integrarem uma “organização criminosa de dimensão transnacional com fortes apoios em Portugal”.

A operação resulta de uma investigação da UNCTE e que conta com a colaboração da Europol, do Maritime Analysis and Operations Centre – Narcotics (MAOC-N), autoridades espanholas, francesas, holandesas e gregas.

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