Audi

Dieselgate ainda não acabou, avisa CEO da Audi

Rupert Stadler assegurou, em plena reunião anual de accionistas, que o Dieselgate ainda não terminou. Pelo que, avisou, vai ser preciso continuar os esforços.

Numa altura em que a casa-mãe, a Volkswagen, se esforça por colocar um ponto final no escândalo das emissões nos EUA, Rupert Stadler, o responsável máximo pela marca premium do grupo, a Audi, veio já garantir, de forma taxativa, que, ao contrário do que alguns vaticinam, o chamado Dieselgate está ainda longe de estar terminado. Razão pela qual, recordou, vai ser preciso continuar a envidar todos os esforços, de forma a colocar um ponto final no problema. A afirmação, avança a agência noticiosa Reuters, foi proferida pelo CEO da Audi em plena reunião anual de accionistas.

Vamos continuar a trabalhar até a missão estar completamente cumprida, sempre com a tenacidade que é reconhecida à nossa companhia”, garantiu Stadler.

As vendas da Audi na China, por exemplo, caíram 18% entre Janeiro e Abril. Tendência que, de resto, se acentuou com o início de uma disputa com os concessionários do Grupo Volkswagen, naquele que é o maior mercado da marca, recordou Rupert Stadler.

Stadler por mais cinco anos

A Reuters avança que, apesar da contestação de que tem sido alvo, devido à forma como tem tratado o escândalo das emissões no relacionamento com a casa-mãe Volkswagen, Stadler deverá ser reconduzido no cargo que actualmente ocupa por, pelo menos, mais cinco anos, ou seja, até ao final de 2022.

À frente da Audi desde 2007, o gestor de 54 anos recebeu já o apoio do Conselho de Supervisão da companhia, que terá votado pela sua continuidade, numa altura em que faltam apenas alguns meses (até ao final do ano, mais concretamente) para o final do actual mandato do alemão.

Ainda assim, alguns membros do Conselho de Supervisão – como Peter Mosch, chairman do Conselho de Trabalhadores da Audi, que também tem assento no órgão supervisor – avisaram já que o seu apoio deriva de um certo número de objectivos que Stadler terá de cumprir. Nomeadamente, “a salvaguarda dos postos de trabalho que a empresa actualmente possui na Alemanha, por um longo período; garantir uma boa utilização da capacidade de produção das fábricas; e promover, de forma sistemática, as tecnologias que assegurarão um futuro de sucesso para a companhia”.

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