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Canta no carro? E faz muito bem (pela sua saúde)

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Cantar faz bem, mesmo para os que cantam muito mal. Esta é a conclusão de um estudo, segundo o qual os “Pavarotti da estrada” tendem a ser pessoas mais felizes e relaxadas.

Autor
  • Francisco António

Que cantar no carro faz bem à alma, já poucos duvidavam, pelo menos, aqueles que já o experimentaram. Mas agora é oficial: um estudo promovido pela Ford confirma: cantarolar a música que passa na rádio, enquanto conduzimos, só nos faz bem à saúde, já que não só liberta hormonas que nos tornam mais felizes, como melhora ainda a respiração e reduz o stress.

Segundo concluem os especialistas, há efectivamente uma série de benefícios para a saúde que resultam dessas sessões de karaoke solitário – ou acompanhado –, quando viajamos de carro. Particularmente, se viajarmos com a aconchegante companhia de um bom sistema de som.

Foi a pensar, precisamente, nos “Pavarotti da estrada”, que a Ford decidiu equipar o seu utilitário Fiesta com um novo sistema de som B&O Play. O qual, além de ser o mais potente num carro deste segmento, resulta de um processo de desenvolvimento que decorreu durante mais de um ano e no qual os engenheiros ouviram mais de 5.000 faixas – da Adele aos Foo Fighters, do Jay-Z à música clássica -, de forma a que a tecnologia de 675 watts tivesse a melhor sonoridade. Independentemente do volume do som estar no máximo ou no mínimo.

Cantar em voz alta e sem quaisquer inibições significa que a libertação mental será maior à medida que colocamos mais energia“, afirma o professor Stephen Clift, uma autoridade de referência sobre os benefícios do canto para a saúde, da Universidade Canterbury Christ Church, no Reino Unido.

O especialista nota ainda que, “quando cantamos em voz alta, especialmente canções que conhecemos bem, sentimos um ‘factor de bem-estar’ decorrente da respiração mais profunda, mais lenta, e aumento da actividade muscular. Sentimo-nos menos stressados e mais relaxados”.

Já o engenheiro de sistemas acústicos da Harman International, Stefan Varga, recorda que, no desenvolvimento de sistemas de som como o B&O Play, são usadas “gravações ao vivo, uma vez que estas mostram de que modo o sistema de som reproduz cada emoção que é promovida através da música, tal como se estivéssemos lá”. E conclui: “Quando fico com pele de galinha, então sei que fiz tudo bem.”

Portanto, já não há desculpas para não trautear a plenos pulmões aquela canção de que tanto gosta. Mesmo que os seus dotes vocais nem sempre recebam grandes elogios de quem segue viagem consigo…

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