Crescimento Económico

Crescimento económico tem “sustentabilidade” para continuar

O ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, assegurou que os dados mais recentes de crescimento da economia portuguesa indicam que esta tem "sustentabilidade" para continuar.

ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, assegurou esta quarta-feira que os dados mais recentes de crescimento da economia portuguesa indicam que esta tem “sustentabilidade” para continuar “nos próximos trimestres e nos próximos anos”.

“Este crescimento que aconteceu este trimestre tem sustentabilidade para continuar nos trimestres seguintes, nos anos seguintes. É nesse sentido que estamos a trabalhar”, advogou, falando à agência Lusa e à RTP, à margem da sessão de encerramento das Estoril Conferences.

O crescimento, realçou, “vem das empresas portuguesas”, mas o executivo advoga ser necessário um “crescimento que reforce a competitividade da economia portuguesa e que melhore a vida dos portugueses”. Uma eventual revisão das metas de crescimento de Portugal “pode impor-se pela realidade” em documentos como o próximo Orçamento do Estado, admitiu.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou esta quarta-feira que a economia portuguesa cresceu 2,8% em termos homólogos e 1% em cadeia no primeiro trimestre deste ano, mantendo os números divulgados na estimativa rápida.

Desta forma, o INE confirmou que o desempenho homólogo do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre foi o mais positivo dos últimos 10 anos, já que iguala o crescimento verificado no último trimestre de 2007, período em que a economia portuguesa cresceu também 2,8%. Estes números confirmam também uma aceleração da economia portuguesa, que tinha crescido 2% em termos homólogos no primeiro trimestre de 2016 e 0,7% no último trimestre de 2016.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Orçamento do Estado

Um Orçamento à esquerda

Joana Vicente

A redução pretendida do número de funcionários públicos não tem acontecido. Não é de estranhar que possa haver uma derrapagem das despesas com pessoal em 2018 superior à de 2017.

Só mais um passo

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site