Logo Observador
Porto

Polícia Judiciária do Norte desmantelou grupo violento de assaltantes à mão armada

A Polícia Judiciária do Norte divulgou desmantelado um "grupo violento de assaltantes à mão armada" ao deter mais dois elementos do grupo que efetuou vários assaltos a estabelecimentos comerciais

Foi possível "apreender quatro armas de fogo presumivelmente utilizadas para o cometimento dos crimes, dinheiro proveniente dos assaltos, viaturas, artefactos utilizados nas explosões de caixas multibanco, assim como vários outros objetos roubados"

TIAGO HENRIQUE MARQUES/LUSA

A Polícia Judiciária do Norte divulgou, esta quinta-feira, ter desmantelado um “grupo violento de assaltantes à mão armada” ao deter mais dois elementos desse grupo que terá efetuado vários assaltos a estabelecimentos comerciais e áreas de serviço em autoestradas.

Em comunicado, a PJ refere que “o desmantelamento iniciou-se no passado dia 27 de maio na sequência de mais um assalto numa área de serviço em Vila Nova de Famalicão e que culminou com uma troca de tiros com os assaltantes”.

Aquando da abordagem ao grupo foram, desde logo, detidos três elementos em flagrante delito, e posteriormente um outro na Galiza, local onde procurou assistência hospitalar a ferimentos sofridos na referida troca de tiros com esta polícia”, esclarece a PJ.

Nas “múltiplas diligências” efetuadas foi possível “apreender quatro armas de fogo presumivelmente utilizadas para o cometimento dos crimes, dinheiro proveniente dos assaltos, viaturas, artefactos utilizados nas explosões de caixas multibanco, assim como vários outros objetos roubados”.

Dos seis detidos, com idades entre os 20 e 40 anos, e quase todos com antecedentes criminais por crimes da mesma natureza, pelos quais já cumpriram penas de prisão efetiva, quatro estão a aguardar julgamento em prisão preventiva e os dois detidos quarta-feira irão ser presentes às autoridades judiciárias competentes para interrogatório e aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Amor

A lição que Portugal deveria aprender com o Brasil

Ruth Manus

Foi aí que percebi que “eu te amo” seria uma belíssima solução para o amor português. Na verdade, nós no Brasil nem falamos o “eu”. Basta o “te amo”. O que importa é que é uma expressão fácil.