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Acabaram-se os “Wildest Dreams”, Taylor Swift está de volta ao Spotify

Taylor Swift decidiu terminar a "guerra" e regressar a todas as plataformas de streaming de música, incluindo o Spotify, depois do álbum "1989" vender mais de dez milhões de cópias.

Christopher Polk/Getty Images for TAS

Depois de abrir “guerra” com algumas plataformas de streaming de música, em 2014, e de proibir a publicação das suas músicas em algumas plataformas, onde o Spotify estava incluido, Taylor Swift decide colocar um fim a esta medida e voltar a disponibilizar todo o seu trabalho musical em todas as plataformas. O seu último álbum, 1989, atingiu os dez milhões de vendas e, no total, a cantora conta com mais de 100 milhões de músicas vendidas.

No serviço Apple Music os utilizadores podiam, de facto, ter acesso à discografia da cantora, mas Swift decidiu agora regressar ao Spotify, Amazon Music Unlimited, Amazon Prime Music, Tidal, Pandora Premium e muitas outras plataformas de streaming. As músicas da cantora já se encontram disponíveis tanto nas versões pagas como nas versões grátis de todos os serviços.

Como explica a cantora no Twitter, o regresso às plataformas de streaming é feito em celebração dos 100 milhões de vendas do seu último álbum 1989 e aos 100 milhões de vendas de músicas da cantora.

Taylor Swift tomou esta decisão no mesmo dia em que Katy Perry, outra cantora pop, lança o seu mais recente álbum “Witness”, uma decisão que pode prejudicar, em parte, o lançamento de Perry.

Porque é que Taylor tinha saído das plataformas de streaming?

Foi em 2014 que a cantora pop começou um “guerra” contra o Spotify e empresas com um modelo de negócio semelhante devido ao facto de as músicas de Swift estarem disponíveis nas versões grátis do serviço de streaming que é suportado inteiramente por publicidade.

Na altura, o Spotify não permitia que existissem músicas disponíveis apenas na versão paga do serviço e então Swift decidiu retirar praticamente todas as músicas da plataforma. No entanto, essa decisão acabou por trazer alguma publicidade positiva ao Spotify com alguns utilizadores a dizer: “Posso ouvir qualquer música no Spotify menos as da Taylor Swift? Estou dentro”.

Depois do Spotify foi a vez de Taylor Swift “atacar” o serviço Apple Music que, na altura, oferecia aos utilizadores três meses de subscrição gratuita mas, durante esse periodo de tempo, a Apple queria-se recusar a pagar royalties aos artistas. A cantora não gostou da atitude da gigante tecnológica ao perceber que os cantores iam estar a perder dinheiro e a servir como publicidade para a Apple.

Depois de algum mediatismo à volta da situação a empresa de Cuppertino optou por pagar aos artistas mesmo nos meses de oferta do serviço.

As reações no Twitter

No Twitter não faltam comentários sobre a situação com os fãs da cantora contentes com a decisão e reforçando o impacto que vai ter no novo álbum de Katy Perry.

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