Logo Observador
Passadeira Vermelha

Tony Awards 2017: uma passadeira cheia de cor e de brilho

Vestidos carregados de cor, silhuetas finas e detalhes brilhantes e sóbrios. A passadeira vermelha dos Tony Awards foi um espectáculo de elegância, dominado por vestidos longos e cintados.

Uma Thurman bem pode ter escolhido um look preto integral mas, desta vez, foi das poucas a fazê-lo na passadeira vermelha de mais uma edição dos Tony Awards. A cerimónia tida como os “Óscares do Teatro” ocupou o Radio City Music Hall, em Nova Iorque, na noite de domingo (madrugada de segunda-feira em Portugal) e trouxe consigo silhuetas brilhantes, padrões inusitados e alguma cor — seja disso exemplo o vestido amarelo vivo da atriz Laura Linney.

A palete de cores do evento foi variada, com o vermelho arrebatador de Oliva Wilde (num vestido com um longo decote em “v” desenhado por Michael Kors, um dos mais elogiados da noite) a chamar a atenção das máquinas fotográficas. O mesmo se poderá dizer do vestido azul sóbrio e elegante de Sally Field, adornado com penas, ou do rosa bebé de Cynthia Nixon, a eterna Miranda da série Sexo e a Cidade. No departamento dos visuais tingidos de brancos estão as atrizes Sarah Paulson e Scarlett Johansson, sendo que coube à modelo Candice Swanepoel dar corpo e curvas às transparências.

Os brilhos também deram nas vistas, com a modelo Carolyn Murphy a ser o expoente máximo da noite, e as silhuetas definidas e coladas ao corpo foram uma constante. Nos Tony Awards não houve lugar para excessos — à semelhança do que acontece noutras passadeiras vermelhas — e a elegância falou mais alto. Em fotogaleria, reunimos os vestidos que marcaram a noite.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: acmarques@observador.pt
Política

Desterritorialização e extra-territorialidade

António Covas

Nesta batalha já longa entre o mercado global e a democracia doméstica, a desterritorialização e a extra-territorialidade convertem-se nos principais adversários do velho Estado-nação vestefaliano.