Logo Observador
EasyJet

Dois voos regressaram aos aeroportos de origem devido aos ventos na Madeira

Dois aviões da easyJet Airlines regressaram esta sexta-feira aos aeroportos de onde haviam descolado devido ao ventos que se fazem sentir no Aeroporto Internacional da Madeira Cristiano Ronaldo.

Segundo a Estação Meteorológica no Aeroporto da Madeira, as previsões meteorológicas de vento, com rajadas ocasionalmente fortes, devem manter-se até às 18h

BERND SETTNIK/EPA

Dois aviões da easyJet Airlines regressaram esta sexta-feira aos aeroportos de onde haviam descolado devido ao ventos que se fazem sentir no Aeroporto Internacional da Madeira Cristiano Ronaldo, revelou fonte aeroportuária.

“Os easyJet provenientes do Porto (7585) e de Lisboa (7603) regressaram aos aeroportos de onde tinham partido devido aos ventos que, ocasionalmente, se fazem sentir na zona de Santa Catarina, em Santa Cruz, na Madeira”, disse a fonte. Em consequência, os respetivos voos de retorno que os mesmos aparelhos iam realizar ficaram comprometidos.

Duas chegadas, no entanto, já se concretizaram, uma da Aerovip, companhia que faz a ligação entre a Madeira e o Porto Santo, e outra da TAP vinda do Porto.

As três primeiras partidas (duas para Lisboa e uma para o Porto) também se realizaram.

Segundo a Estação Meteorológica no Aeroporto da Madeira, as previsões meteorológicas de vento, com rajadas ocasionalmente fortes, devem manter-se até às 18h00.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Fogo de Pedrógão Grande

“Para inglês ver”

Paulo Tunhas

Quando toda a energia do Governo é em última análise canalizada para a manutenção do seu apoio, é fatal que o Estado se degrade e a pouco e pouco, se fragmente, se transforme em algo para inglês ver. 

Ásia

A Índia de Modi

Diana Soller

A política externa da Índia para os Estados Unidos, até hoje, pode ser resumida em três R: Ressentimento, Reciprocidade e Reconhecimento.

caderno de apontamentos

Educação e autarquias

Abel Baptista

Com a descentralização, não poderão as autarquias tornar-se mais competitivas entre si, e oferecer meios de ensino de melhor qualidade, com soluções adaptadas às circunstâncias do concelho e região?