Web Summit

Web Summit tem novo palco “sem filtro”. Pode perguntar o que quiser aos oradores

Novo palco Q&A da Web Summit quer pôr os participante a fazer as perguntas que nunca tiveram coragem de colocar aos oradores. O evento decorre de 6 e 9 de novembro no Meo Arena e na FIL, em Lisboa.

No ano passado, a Web Summit contou com cerca de 53 mil participantes, de 166 países

MIGUEL A. LOPES/LUSA

A edição deste ano da Web Summit vai ter um novo espaço onde vai ser possível perguntar tudo aos oradores. Chama-se Q&A e quer ser um dos palcos “mais abertos e honestos” em cimeiras tecnológicas, diz a organização. Em sessões de 30 minutos, de pergunta-resposta, o objetivo é que os participantes aproveitem aquele espaço, onde “não há filtro”, como uma “oportunidade única” para fazerem as perguntas mais controversas aos oradores que vão estar presentes no evento, que acontece pela segunda vez em Lisboa.

Para a edição deste ano, são esperados mais de mil oradores. Já foram apresentados os primeiros 200, onde se destacam nomes como o do português António Horta Osório, presidente do Lloyds Bank e antigo presidente executivo do Santander em Portugal, que deverá falar sobre a mudança do setor financeiro e como este tem modernizado a indústria.

A organização anunciou também a presença da comissária europeia para a Concorrência, Margrethe Vestager, para analisar as políticas públicas que afetam o setor tecnológico. Estão ainda confirmados os nomes de Brian Krzanich, presidente executivo da Intel, a maior tecnológica a nível mundial desde 2013, e de Dara Khosrowshahi, líder da empresa Expedia, que opera em 70 países no setor do turismo com marcas como a Expedia, Hotels.com e Trivago. Também Jean-Bernard Lévy, da EDF Energy, e Gillian Tans, presidente da Booking.com são presenças confirmadas.

Banqueiro Horta Osório entre os primeiros 200 nomes confirmados para a Web Summit

Além do palco “sem filtro”, a Web Summit reservou ainda um novo espaço para a indústria dos jogos. Pela primeira vez no evento, o palco PlayerOne vai ser dedicado a um setor que gerou, no ano passado, 91 mil milhões de dólares (81 mil milhões de euros), de acordo com a SuperData Research. Será uma das 24 conferências da edição deste ano da Web Summit, que vai decorrer entre 6 e 9 de novembro no Meo Arena e na FIL, em Lisboa.

No ano passado, a cimeira tecnológica contou com cerca de 53 mil participantes, de 166 países, incluindo 15 mil empresas, 7.000 presidentes executivos e 700 investidores. Este ano, são esperados mais de 60 mil participantes. A cimeira tecnológica vai manter-se em Lisboa até 2020 e poderá ficar por mais dois anos.

Fundada em 2010 por Paddy Cosgrave, juntamente com Daire Hickey e David Kelly, a Web Summit é um dos maiores eventos de tecnologia, inovação e empreendedorismo da Europa. De uma equipa de apenas três pessoas, a Web Summit é hoje uma empresa com mais de 150 colaboradores.

No final do mês de abril, a Web Summit inaugurou o primeiro escritório em Lisboa, na zona do Cais do Sodré, num espaço que é temporário até estarem concluídas as obras do Hub Criativo do Beato, para onde se deverá mudar. Nessa altura, Paddy Cosgrave anunciou ainda que queria contratar 20 pessoas nas áreas de vendas e desenvolvimento de software para a equipa portuguesa.

Web Summit abre primeiro escritório em Lisboa e vai recrutar 20 pessoas

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