Super Bock Super Rock

Pórticos de detetores de metais e agentes da PSP dão as boas vindas aos festivaleiros no SBSR

Vários agentes da polícia e dois pórticos de detetores de metais dão as boas vindas a quem entra no recinto do festival Super Bock Super Rock.

MIGUEL A. LOPES/LUSA

Vários agentes da polícia e dois pórticos de detetores de metais dão as boas vindas a quem entra no recinto do festival Super Bock Super Rock (SBSR), que começa esta quinta-feira, no Parque das Nações, em Lisboa.

Ainda antes das 15h00, hora marcada para a abertura de portas, algumas dezenas de pessoas já esperavam em filas, várias envergando t-shirts dos Red Hot Chili Peppers, os cabeças de cartaz.

A banda norte-americana começou na década de 1980 e, ao longo dos anos, tem conseguido manter fãs de sempre e conquistar novos. Prova disso são Alfredo Maria e João Maria, pai e filho, dos primeiros a entrarem hoje no recinto do festival.

A razão para estarem no SBSR percebe-se pelas t-shirts de ambos. “Estávamos há onze anos à espera para vermos um concerto deles, juntos“, contaram à Lusa, partilhando que “a expectativa é grande” para ouvirem “temas do novo álbum e alguns clássicos”.

O pai estreia-se esta quinta-feira no festival, o filho já esteve noutras edições. Quanto à entrada no recinto, Alfredo Maria considera que “foi pacífica” e a revista mais minuciosa “é o que tem de ser”.

Denise, também ela fã dos Red Hot Chili Peppers, considera o mesmo. “É sempre bom haver revistas, é claro que ficam muitos artigos ali, mas é sempre bom ter segurança a mais do que a menos“, referiu.

Aos 17 anos, Denise estreia-se no SBSR por causa da banda de Anthony Kiedis e Flea. “Só venho hoje de propósito para os ver. Tenho as expectativas no máximo“, partilhou.

Bruno também só estará esta quinta-feira no festival e pela mesma razão, os Red Hot Chili Peppers. Também para ele será o primeiro concerto da banda, que esteve a última vez em Portugal em 2006. “Vai ser de arromba, incrível”, disse.

A entrada no recinto foi “tranquila” e a revista mais minuciosa “é uma necessidade, infelizmente”.

Entre os primeiros a entrar no recinto, a Lusa encontrou uma turista, a jovem bósnia Marina. Está em Lisboa pela primeira vez e decidiu ir ao festival para ver a banda norte-americana, embora tenha comprado o passe de três dias. Para Lisboa e o festival, só elogios: “O tempo é ótimo, está calor, mas é verão e a segurança é ótima“.

De acordo com o subcomissário Hugo Abreu, o sistema de entrada no recinto “é muito semelhante aos anos anteriores”. Em frente ao centro comercial Vasco da Gama, há “doze corredores de revista, com polícias a efetuarem revistas muito rigorosas, para garantir que toda a gente que entra em segurança e que o festival decorre com a segurança necessária”.

A PSP, tal como a organização já o tinha feito, aconselha a pessoas “a que cheguem cedo e que se desloquem em transportes públicos”.

Aconselhamos também que não tragam grandes quantidades de comida. Só será permitida uma peça de comida ou bem alimentar, peças de frutas estão proibidas e líquidos também, tal como objetos perfurantes ou contundentes e armas de fogo”, disse.

A 23.ª edição do SBSR decorre entre esta quinta-feira e sábado, e tem como cabeças de cartaz, além dos Red Hot Chili Peppers, que atuam às 00h00, o ‘rapper’ Future e os Deftones.

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