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Wimbledon

Certinho como um relógio: suíço Roger Federer na final de Wimbledon pela 11.ª vez

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Os favoritos caíram que nem tordos: Wawrinka, Nadal, Murray, Djokovic. Todos menos Federer, o veterano que parece jogar cada vez melhor e que afastou Berdych para chegar à 11.ª final de Wimbledon.

WILL OLIVER/EPA

Marian Cilic começou o dia a vencer Sam Querrey, o norte-americano que saltou para a ribalta depois de eliminar Andy Murray em Wimbledon. 6-7, 6-4, 7-6 e 7-5 foram os parciais da partida. Depois, entrou em campo Roger Federer. Contra Berdych, um adversário de peso. Mas não houve surpresa: certinho como sempre, mesmo com 35 anos, o suíço carimbou a 11.ª final do torneio de relva do Grand Slam e sem perder um único set durante as duas semanas de prova.

Este tem sido um ano de surpresas. Caiu Wawrinka, caiu Rafa Nadal, caiu Andy Murray, caiu Novak Djokovic. Todos menos Federer. Mesmo ganhando dois dos sets em tie break (o último fechou com 6-4), o jogador com mais vitórias de sempre em torneios do Grand Slam (18, mais três do que Nadal) não se deixou surpreender e prosseguiu o autêntico conto de fadas que colocou Wimbledon, mais uma vez, a seus pés.

Depois de ter ganho o Open da Austrália no início do ano, Federer fez uma pausa, falhou Roland Garros, mas reapareceu em grande na época de relva, conseguindo atingir a final de Wimbledon dois anos depois de ter perdido frente a Novak Djokovic.

Em paralelo, Federer pode ultrapassar, na final de domingo, as sete vitórias de Pete Sampras, o único tenista com tantos triunfos em Wimbledon na Era Open como o suíço.

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