Mercedes-Benz

A Mercedes prometeu uma surpresa. E aqui está ela

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Mas que grande surpresa: tem 5,80 m de comprimento e jantes de 24", o capot parece que nunca mais acaba e a traseira está lá longe… Eis o Vision 6 Cabriolet, um descapotável que dita o futuro do luxo.

Autor
  • Simone Carvalho

O ano passado, o protagonista foi o Vision 6 Concept. Este ano, a marca da estrela preparou um novo trunfo para dar cartas no reputado Concours d’Elegance de Pebble Beach: o Vision 6 Cabriolet, uma derivação do coupé revelado em 2016, no mesmo certame, e também com a chancela da Maybach. Logo, sumptuosidade máxima num protótipo que, à semelhança do seu antecessor, materializa o que podemos esperar dos Maybach nos próximos tempos.

As promessas são mais que muitas, mas concentram-se sobretudo no estilo. Isto porque, em matéria de propulsão, mantém-se a solução proposta no protótipo de 2016. Ou seja, quatro motores eléctricos, um por roda, oferecendo ao Vision 6 Cabriolet não só tracção integral, como um rendimento combinado de 750 cv. As baterias encontram-se sob o piso, ajudando a garantir uma velocidade máxima limitada (electronicamente) a 250 km/h, uma aceleração de 0 a 100 km/h em menos de 4,0 segundos e uma autonomia de 322 km (EPA) – ou 500 km, no optimista ciclo de testes europeu (NEDC). E, tal como o seu antecessor, também este protótipo de descapotável Mercedes-Maybach esgrime como argumento a possibilidade de efectuar recargas aproveitando a nova norma CCS, o sistema permite carregamentos até 350 kW. Dito de outro modo, em 5 minutos é possível carregar na bateria energia suficiente para fazer cerca de 100 km. Em alternativa, as recargas podem ser feitas num posto público, numa tomada de corrente doméstica ou, até mesmo, sem fios, através de um campo electromagnético.

Esteticamente, o Vision 6 Cabriolet é tão ou mais impressionante ainda. Desde logo, fruto das suas dimensões generosas. São quase 6 metros de carro (5,80 m de comprimento), com uma frente dominada por uma grelha cromada. Já atrás, o destaque vai para os farolins esguios, numa cauda de barco (boat tail). Isto, em plena harmonia com a cor escolhida, denominada Nautical Blue Metallic.

O habitáculo flui, literalmente, cortesia sobretudo de uma consola central tipo “asa”. Mas o interior deste dois lugares destaca-se ainda por cruzar o clássico com a mais sofisticada tecnologia. Exemplos? Mostradores analógicos, no lugar de um painel digital dos Mercedes mais modernos, dois head-up displays a projectar mais informações. A rematar, cada uma das luzes azuis do interior é uma estrela da Mercedes-Benz.

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