Cinema

Novo filme de Manuel Mozos abre edição do Doclisboa que convida Sharon Lockhart

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O festival começa no dia 19 de outubro. O filme de encerramento será "Era uma vez Brasília”, de Adirley Queirós, com apresentação marcada para 28 de outubro.

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  • Agência Lusa
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A 15.ª edição do Doclisboa vai abrir, no dia 19 de outubro, com o filme “Ramiro”, de Manuel Mozos, num festival que conta com a artista Sharon Lockhart como convidada da secção Passagens, anunciou esta quarta feira a organização.

Em comunicado, o Doclisboa – Festival Internacional de Cinema revelou ainda que “Era uma vez Brasília”, de Adirley Queirós, vai ser o filme de encerramento do evento, a 28 de outubro.

Sobre “Ramiro”, em estreia mundial, pode ler-se que se trata de “uma divertida e tocante comédia que conta a história de um alfarrabista, Ramiro, que é também um poeta em perpétuo bloqueio criativo”, vivendo “algo frustrado, algo conformado, entre a sua loja e a tasca, acompanhado pelo cão, pelos fiéis companheiros de copos e pelas vizinhas: uma adolescente grávida e a avó a recuperar de um AVC”.

Já “Era uma vez Brasília” “é um filme que retrata a realidade contemporânea brasileira, numa analogia político-científica do panorama político atual e da crise motivada pela destituição de Dilma Rousseff”.

Em 1959, o agente intergaláctico WA4 é preso e é lançado no espaço. Recebe uma missão: vir à Terra matar o presidente da República no dia de inauguração de Brasília. A nave perde-se no tempo e aterra em 2016, na Ceilândia. Só Andreia poderá ajudar a montar o exército para matar os monstros que hoje habitam o Congresso Nacional”, acrescenta o comunicado.

Quanto à secção Passagens, esta vai ter curadoria de Pedro Lapa, sendo uma coprodução entre o Doclisboa e o Museu Coleção Berardo.

“Era uma vez Brasília”

A artista norte-americana Sharon Lockhart, professora associada da Escola de Arte e Design de Roski, na Universidade da Califórnia do Sul, vai apresentar “Rudzienko” na secção Riscos.

A retrospetiva temática do Doclisboa vai ser dedicada a “Uma outra América – o singular cinema do Quebec”, numa parceria com a Cinemateca Portuguesa, que vai traçar “o papel fundamental do Quebec no desenvolvimento do Cinema direto e documentário de autor e o seu legado no cinema contemporâneo”, com nomes como Gilles Groulx, Claude Jutra, Michel Brault, Pierre Perrault, Anne-Claire Poirier, Robert Morin, Jeanne Crépeau, Sylvain L’Espérance, Alanis Obomsawin, entre muitos outros.

Em junho, a organização do festival havia anunciado que a realizadora Vera Chytilova, pioneira do cinema checo e que morreu em 2014, vai ser recordada com uma retrospetiva da obra cinematográfica.

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