Coreia do Norte

Coreia do Norte. Trump diz que resposta militar “não é uma primeira opção”

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O presidente dos EUA falou ao telefone com o presidente chinês, Xi Jinping, e garante que os dois países estão empenhados numa solução para o problema da Coreia do Norte.

Trump descreveu a conversa com Xi Jinping como "um telefonema muito franco e muito forte"

SHAWN THEW/EPA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse esta quarta-feira que a opção militar não é “a primeira escolha” para lidar com a Coreia do Norte, após conversar ao telefone com o presidente da China, Xi Jinping.

“Vamos ver o que acontece, vamos ver o que acontece. Certamente não é uma primeira opção, mas vamos ver o que acontece“, disse Trump aos jornalistas na Casa Branca, depois do telefonema.

EUA nas Nações Unidas: Kim Jong-un está “a pedir guerra”

Trump descreveu a conversa com Xi Jinping como “um telefonema muito franco e muito forte” e sublinhou que China e EUA estão alinhados numa estratégia para lidar com a Coreia do Norte.

“Não vamos tolerar o que está a acontecer na Coreia do Norte. Acredito que o presidente Xi concorda comigo a 100%”, afirmou Trump.

Já Xi Jinping manifestou o seu compromisso com a desnuclearização da península da Coreia, apelando a uma solução pacífica para o conflito durante o telefonema com Trump, informou a televisão estatal chinesa.

Estados Unidos prometem “resposta militar maciça” a ameaças da Coreia do Norte

A conversa entre Trump e Xi Jinping acontece dias depois de, no último domingo, o regime norte-coreano ter levado a cabo o seu maior teste nuclear de sempre.

O lançamento de uma bomba que Kim Jong Un garante ser de hidrogénio — a mais poderosa — provocou um abalo de 6,3 na escala de Richter e está a motivar reações de condenação por parte de todo o mundo, inclusivamente da China.

Os Estados Unidos já vieram garantir, nas Nações Unidas, que a Coreia do Norte “está a implorar por uma guerra” e não descartam as opções militares no território norte-coreano. Mas as declarações de Trump mostram que a administração norte-americana parece apostar numa solução diplomática.

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