Acesso ao Ensino Superior

Ministro aponta “evolução favorável” no concurso nacional de acesso a ensino superior

O ministro do Ensino Superior considerou que os resultados da primeira fase do concurso nacional de acesso "mostram uma evolução favorável na trajetória de qualificar a população".

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O ministro do Ensino Superior considerou hoje que os resultados da primeira fase do concurso nacional de acesso “mostram uma evolução favorável na trajetória de qualificar a população portuguesa”, mas que precisa crescer mais.

De acordo com os resultados, 44.914 candidatos ficaram colocados este ano na primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público (universidades e institutos politécnicos), o que representa um aumento de 5% face a 2016, sendo o valor mais elevado desde 2010, refere o Ministério numa nota à imprensa.

44.914 estudantes conseguiram entrar na universidade. Vê se és um deles

Em declarações à Lusa, Manuel Heitor defendeu que os resultados “mostram uma evolução favorável na trajetória de qualificar a população portuguesa”.

Apesar do balanço “muito positivo”, o governante entende que “o ensino superior tem que crescer”.

“Portugal ainda só tem quatro em cada dez jovens de 20 anos no ensino superior, é uma média ainda baixa face às regiões mais desenvolvidas da Europa”, afirmou o ministro da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior.

Manuel Heitor realçou o aumento da mobilidade dos estudantes para “zonas de menor densidade populacional” e o “maior interesse” dos jovens pelos cursos dos institutos politécnicos.

Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, o número de estudantes colocados na primeira fase em instituições localizadas em regiões com menos população aumentou 13% em relação a 2016.

Já o número de estudantes colocados em cursos de primeira opção no ensino politécnico cresceu 16%, o dobro do crescimento verificado no número de candidatos que ingressaram nos institutos politécnicos, que, sustentou o ministro, “têm competências únicas”.

O ministro reconheceu que, face ao aumento da procura, é preciso “reforçar as áreas” aeroespacial e da bioengenharia.

Dos 52.434 candidatos que se apresentaram à primeira fase do Concurso Nacional de Acesso, 7.520 não ficaram colocados.

O número de vagas sobrantes para as segunda e terceira fases é de 6.225.

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