Fernando Medina

Fernando Medina publica documentos para se defender de “calúnia”

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Presidente da Câmara de Lisboa diz-se indignado com publicação de notícias sobre a compra da sua casa nas Avenidas Novas. Medina publicou no seu site documentação sobre o processo.

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

“Um ato normal” que “foi transformado numa calúnia e insinuação”. Foi assim que Fernando Medina classificou, esta quarta-feira, as notícias que têm vindo a público sobre a compra de um apartamento nas Avenidas Novas a uma herdeira do grupo Teixeira Duarte, em declarações aos jornalistas.

A compra do imóvel, no valor de 635 mil euros, foi noticiada pelo Observador. Em causa estaria o preço do imóvel, considerado por alguns como estando abaixo do preço de mercado, e a relação com a compradora, herdeira da Teixeira Duarte. A Procuradoria-Geral da República confirmou esta quarta-feira que o Ministério Público está a investigar o negócio.

“Soube hoje que houve denúncias anónimas ao Ministério Público, algumas delas feitas chegar por mão de candidaturas adversárias a jornais que fizeram circular factos que são falsos. Essas alegações, que ofendem a minha honra e onerabilidade e pretendem atingir no meu bom nome, são totalmente falsas”, declarou Medina esta quarta-feira.

O presidente da câmara de Lisboa e candidato à reeleição anunciou ainda que publicou toda a documentação relativa à compra no seu site, para que “todos possam fazer livremente o seu juízo”.

Medina acrescenta que toda a negociação foi feita através da agência imobiliária e garante que não conhecia a antiga proprietária, Isabel Maria Teixeira Duarte. “Eu percebi quem era a proprietária no momento em que adquiri a casa. Desconhecia tal como desconheço a posição da proprietária no grupo. Não comprei uma casa à Teixeira Duarte. Tudo transitou através de uma imobiliária”, declarou, garantindo que agiu “como todos os cidadãos de bem”.

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