Fernando Medina

Fernando Medina publica documentos para se defender de “calúnia”

739

Presidente da Câmara de Lisboa diz-se indignado com publicação de notícias sobre a compra da sua casa nas Avenidas Novas. Medina publicou no seu site documentação sobre o processo.

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

“Um ato normal” que “foi transformado numa calúnia e insinuação”. Foi assim que Fernando Medina classificou, esta quarta-feira, as notícias que têm vindo a público sobre a compra de um apartamento nas Avenidas Novas a uma herdeira do grupo Teixeira Duarte, em declarações aos jornalistas.

A compra do imóvel, no valor de 635 mil euros, foi noticiada pelo Observador. Em causa estaria o preço do imóvel, considerado por alguns como estando abaixo do preço de mercado, e a relação com a compradora, herdeira da Teixeira Duarte. A Procuradoria-Geral da República confirmou esta quarta-feira que o Ministério Público está a investigar o negócio.

Sogros compraram casa igual à de Medina pelo mesmo preço seis anos antes

Medina não declarou ao Tribunal Constitucional compra de ‘duplex’ de 645 mil euros

“Soube hoje que houve denúncias anónimas ao Ministério Público, algumas delas feitas chegar por mão de candidaturas adversárias a jornais que fizeram circular factos que são falsos. Essas alegações, que ofendem a minha honra e onerabilidade e pretendem atingir no meu bom nome, são totalmente falsas”, declarou Medina esta quarta-feira.

O presidente da câmara de Lisboa e candidato à reeleição anunciou ainda que publicou toda a documentação relativa à compra no seu site, para que “todos possam fazer livremente o seu juízo”.

Medina acrescenta que toda a negociação foi feita através da agência imobiliária e garante que não conhecia a antiga proprietária, Isabel Maria Teixeira Duarte. “Eu percebi quem era a proprietária no momento em que adquiri a casa. Desconhecia tal como desconheço a posição da proprietária no grupo. Não comprei uma casa à Teixeira Duarte. Tudo transitou através de uma imobiliária”, declarou, garantindo que agiu “como todos os cidadãos de bem”.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: cbruno@observador.pt
Fernando Medina

Síndrome de Lisboa

Maria João Marques
1.667

O carro é um meio de transporte legítimo, os proprietários pagam impostos, pelo que têm direito a usá-lo quando assim lhes for mais confortável e conveniente, sem serem demonizados pelo edil lisboeta.

Só mais um passo

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site