Cultura

Palavra dita, lida e cantada no Festival Silêncio em Lisboa

Duas dezenas de lançamentos de edições independentes, concertos, uma estação de rádio temporária e vários debates compõem o Festival Silêncio, que celebra a palavra entre hoje e domingo.

O festival volta a ocupar diferentes espaços no Cais do Sodré, em Lisboa

AFP/Getty Images

Este ano, o festival dedicará um ciclo à escritora Maria Gabriela Llansol, que incluirá uma “performance” de Miguel Bonneville, uma exposição com obras de, entre outros, Ilda David, Rui Chafes, Pedro Proença, Duarte Belo e Teresa Huertas, e uma atuação do Coro Feminino de Lisboa.

Estão previstos vários lançamentos literários, no domínio da edição independente, nomeadamente, de “Plantas Humanas”, de Rita Natálio, pela não edições, “145 poemas”, de Kávafis, pela Flop, e “Rosas”, romance de Dulce Maria Cardoso pela Douda Correria/MiaSoave.

Pela primeira vez, o Festival Silêncio concretiza o projeto de uma estação de rádio — a Rádio Silêncio –, que poderá ser escutada online ou sintonizada na zona do Cais do Sodré, com direção criativa de Pedro Coquenão, conhecido como Batida.

Estão previstas ainda atuações, entre outros, de Bruno Pernadas, Capicua com Pedro Geraldes, Ermo, Nerve, Duquesa, Conjunto Corona e Lavoisier.

Todas as informações aqui.

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