Catalunha

Perante o braço-de-ferro entre a Generalitat e o Governo espanhol, os bancos catalães tentam acalmar clientes

À medida que Carles Puigdemont dá a entender que pode haver uma declaração unilateral de independência nos próximas dias, bancos como o Caixabank e o Sabadell procuram serenar os depositantes.

O CaixaBank, sediado na Catalunha, é acionista maioritário do português BPI, agora liderado por Pablo Forero

TIAGO PETINGA/LUSA

No rescaldo do referendo da Catalunha, e ao mesmo tempo que o presidente da Generalitat deu a entender que o seu governo se prepara para agir após a votação mais de 90% de votos a favor da independência, a banca catalã procura acalmar os seus clientes. Entre eles, está o CaixaBank, acionista maioritário do português BPI.

“Importa transmitir de forma proativa aos nossos clientes o nosso compromisso com a defesa dos seus interesses, compromisso que ao longo da nossa história guiou sempre as nossas atuações e continuará a guiar as decisões futuras que, casos seja necessário, terão de ser tomadas”, lê-se numa nota interna do CaixaBank, segundo o Cinco Días, suplemento económico do El País. A circular foi emitida esta terça-feira, ao mesmo tempo que estava em curso uma greve geral na Catalunha.

Também o Banco Sabadell, igualmente sediado na Catalunha, procura não perder com a instabilidade sentida na Catalunha, perante o braço-de-ferro da Generalitat com Madrid — isto é, o Governo de Mariano Rajoy e também o Rei Filipe VI, que disse esta terça-feira que o referendo foi “inaceitável”.

Segundo aquele jornal, o presidente do Banco Sabadell, referiu que a situação polícia espanhola é “inquietante”, mas assegurou que o seu banco “tomaria as medidas suficientes” para fazer frente a esta conjuntura. Ainda assim, o banco apresenta números preocupantes no caso de uma secessão catalã ir para a frente. De acordo com o Cinco Días o mercado espanhol representa 70% do mercado do Banco Sabadell, nos quais apenas 15% contemplam a Catalunha.

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