Celebridades

Chuck Norris abandona carreira pela mulher, que diz ter sido “envenenada”

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A mulher do ator e artista marcial, Gena Norris, diz que, horas depois de levar uma injeção para fazer uma ressonância magnética, sentiu o corpo a arder, "como se ácido tivesse percorrido o corpo".

Frazer Harrison/Getty Images

Chuck Norris vai abandonar a sua carreira no cinema para cuidar da mulher, Gina Norris, que se encontra doente. O ator acredita que Gina foi “envenenada” por uma injeção que levou antes de ser submetida a uma ressonância magnética, em 2012. Em entrevista à Good Health, Chuck Norris diz que abandonou a carreira pois a sua vida “está concentrada em mantê-la viva”.

O casal processou 11 empresas farmacêuticas que fabricam o gadolínio, a substância que os Norris acreditam ter envenenado Gina. Este metal pesado é utilizado naqueles exames por ter propriedades magnéticas e oferecer um maior contraste de imagem. Estima-se que este agente seja utilizado num terço de todas as ressonâncias magnéticas realizadas anualmente. É utilizado desde os anos 80 neste tipo de procedimentos e, por norma, abandona o corpo horas depois de ser injetado, através da urina.

Estudos recentes indicam que o gadolínio pode ficar depositado em diferentes partes do organismo, incluindo no cérebro. Contudo, não há relatos de que tal possa ser prejudicial.

Na mesma entrevista à Good Health, Gina Norris disse que “horas depois da primeira picada senti que o corpo estava a arder, como se ácido o estivesse a percorrer”. “O ardor estava isolado no início, mas acabou por se espalhar”, disse.

Gina, que tem 54 anos, foi seis vezes ao hospital nas semanas que se seguiram à injeção. Tinha dores em todo o corpo, dificuldade em respirar, tremores, dores nas articulações e fraqueza muscular. A dada altura, devido às dores e a problemas renais, Gina Norris temeu a morte.

O casal procurou respostas à doença de Gina na internet e deparou-se com algo que se enquadrava na situação: o dito envenenamento por gadolínio. De todas as vezes em que foi ao hospital, disseram-lhe que era impossível que estivesse envenenada pelo agente. Por isso, foram a uma clínica de medicina integrada no Nevada, que identificou o problema e a submeteu a um tratamento por via intravenosa. “Simplesmente fiquei deitada na cama [ligada] a uma intravenosa durante cinco meses e tinha de ter cuidados de enfermagem diários”, disse Gina. “O Chuck dormiu junto a mim, no sofá, e nunca me abandonou”.

Passados quatro anos, a mulher de Chuck Norris já não está presa a uma cama. Contudo, ainda recebe tratamentos de células estaminais. O casal Norris já gastou mais de dois milhões de dólares no tratamento de Gina. Reconhecendo que a maior parte das pessoas não consegue pagar tanto por um tratamento, o casal está “determinado em mudar” algo que dizem que é “irritante e desolador”.

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