Exposições

Exposição com 220 fotografias conta a história de Macau no Museu do Oriente

Duzentas e vinte fotografias, que contam 100 anos da história social e política de Macau, são o mote para a exposição "Macau. 100 anos de fotografia" que foi inaugurada no Museu do Oriente.

Mario Cruz/LUSA

Duzentas e vinte fotografias, que contam 100 anos da história social e política de Macau, são o mote para a exposição “Macau. 100 anos de fotografia” que foi inaugurada esta quinta-feira no Museu do Oriente, em Lisboa.

A mostra contém “as primeiras fotografias da China e de Macau, em 1844, que assinalaram o aparecimento da fotografia” no país, disse à Lusa o comissário da exposição, Rogério Beltrão Coelho.

“Ao longo de cerca de 220 fotografias dá-nos uma vivência de 100 anos de Macau em vários aspetos, tanto no aspeto social como no aspeto político”, acrescentou.

A coleção de fotografias retrata também o convívio da população macaense e alguns momentos importantes da sua história, bem como a evolução da cidade através de edifícios e monumentos históricos.

“Como é um território muito distante de Portugal serviu, por exemplo, para que a maior viagem aérea alguma vez feita no inicio da aviação tivesse sido [de Portugal] para Macau em 1924”, sublinhou Rogério Beltrão Coelho.

A mostra conta também com o conjunto das primeiras fotografias de corpos nus tiradas em Macau, na China.

Macau esteve sob administração portuguesa durante 450 anos pelo que a exposição conta com imagens de algumas “figuras importantes da história portuguesa que passaram por Macau”.

Entre elas, o comissário da mostra destacou o general Gomes da Costa, que aparece vestido como um mandarim, e ainda o capitão Henrique Galvão.

Rogério Beltrão Coelho considerou que quem visitar a exposição “fica com a ideia de como Macau evoluiu” e “consegue situar Macau como uma personagem importante na história de Portugal e da fotografia”.

Já o administrador da Fundação Oriente, João Amorim, disse à Lusa que a mostra “alarga conhecimentos sobre Macau”.

João Amorim considerou que Macau tem crescido em população e em desenvolvimento económico mas que continua a gostar da “Macau antiga” e afirma que a nova tem “muita luz, muita eletricidade, muito ‘neon’ e muita gente”.

Para o comissário da mostra, o conjunto de fotografias de Macau que a Fundação Oriente detém é “um dos maiores” e é “muito diversificado”.

A exposição inaugurada hoje estará patente no Museu do Oriente, da Fundação Oriente, até dia 07 de janeiro de 2018.

A Fundação Oriente, criada a 18 de março de 1988 e com sede em Alcântara, Lisboa, e possui delegações na Região Administrativa Especial de Macau, na Índia e em Timor-Leste.

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