Política

CDS-PP considera que Lisboa precisa de Polícia Municipal com papel reforçado

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A vereadora do CDS-PP na Câmara de Lisboa defendeu a necessidade de haver um reforço do papel da Polícia Municipal na cidade.

Tiago Petinga/LUSA

A vereadora do CDS-PP na Câmara de Lisboa Assunção Cristas defendeu esta quinta-feira a necessidade de haver um reforço do papel da Polícia Municipal na cidade, mas o organismo considera que tem efetivos suficientes para as competências atuais.

Os vereadores do CDS-PP visitaram a Polícia Municipal de Lisboa, numa reunião que foi “essencialmente para ouvir” sobre o trabalho levado a cabo por esta força de segurança. “Sinalizámos esta, porventura, necessidade de reforçar aquilo que é o papel da Polícia Municipal”, destacou a vereadora em declarações aos jornalistas no final da reunião.

Apontando que questionou este organismo sobre a eventual necessidade de um reforço do número de efetivos e de meios, Cristas afirmou que a resposta que obteve foi de que “a Polícia Municipal entende que tem as pessoas suficientes para aquilo que são as suas competências atuais”.

Ainda assim, “sabemos que o número de efetivos não corresponde ao número do quadro”, referiu a autarca. “É uma questão que vamos continuar a acompanhar com interesse, e sabendo que, de facto, a cidade precisa de ter uma Polícia Municipal forte e ativa”, acrescentou Assunção Cristas.

Apontando que “a mobilidade é o principal problema da cidade de Lisboa, identificado por todos os munícipes ou, pelo menos, de grande parte”, a vereadora elencou que esta força de segurança “tem um trabalho que tem vindo a desenvolver, mas que não resolve tudo”.

Há questões estruturais que só se resolvem de outra forma, nomeadamente com investimentos na parte dos transportes coletivos”, observou.

Para o CDS-PP, “também a vídeo proteção é um mecanismo positivo para, em complemento com a PSP e a Polícia Municipal”, Lisboa ser “uma cidade que não só é das mais seguras do mundo, mas que também é percecionada pelos seus moradores e por quem a visita como sendo uma cidade segura”. “Muitas vezes aquilo que são os números não corresponde àquilo que é a sensação e o sentimento das pessoas e nós temos de casar uma coisa com a outra para que as pessoas possam livremente andar na sua cidade”, salientou.

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