Teatro

Guida Maria (1950-2018): os anos do Teatro Nacional em 13 imagens raras

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Atriz residente do Teatro Nacional D. Maria II entre 78 e 98, morreu terça-feira aos 67 anos. Contracenou com Fernanda Alves e Ruy de Carvalho. Fez peças de Shakespeare, Oscar Wilde e Lorca.

Autor
  • Bruno Horta
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Alcançou êxito no fim da década de 1990 com “Os Monólogos da Vagina”, de Eve Ensler, mas já tinha muitas décadas de palco. Guida Maria, que morreu esta terça-feira, aos 67 anos, estreou-se em criança na peça “Fogo de Vista”, de Ramada Curto, com apresentações no Teatro da Trindade. A partir de 1978, por mais de duas décadas, foi atriz do elenco fixo do Teatro Nacional D. Maria II, onde a dirigiram encenadores como Ruy de Matos, Mário Feliciano, Francisco Ribeiro, Carlos Avillez ou Joaquim Benite.

[Reveja no vídeo as frases mais marcantes e algumas das melhores interpretações de Guida Maria]

Nascida em Lisboa, a 23 de janeiro de 1950, afirmou-se logo na década de 60, primeiro com “O Milagre de Ana Sullivan”, de William Gibson, em 1963 no Teatro Avenida, com encenação de Luís de Sttau Monteiro.

Na década seguinte, antes de transitar para o Nacional, fez “Quarenta Quilates”, de Jean-Pierre Grédy e Pierre Barillet, em 1971 no Teatro Monumental, com encenação de Armando Cortez, ou ainda “A Mãe”, de Bertolt Brecht, dirigida por Carlos Wallenstein em 1976 no Teatro da Trindade.

De 1978 a 1999, o chamado teatro de reportório esteve sempre no horizonte da atriz. “Alfageme de Santarém”, de Almeida Garrett (1978) e “A Casa de Bernarda Alba” (1983) são apenas dois exemplos.

A galeria de imagens no topo da página mostra várias interpretações de Guida Maria nas décadas que passou no Teatro Nacional D. Maria II. São imagens raras, cedidas ao Observador pela sala lisboeta.

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