Ministério da Saúde

Investimento de 10 milhões de euros em melhorias no hospital de Santa Maria

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O presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Lisboa Norte anunciou um investimento de 10 milhões de euros para intervir em várias unidades do Hospital de Santa Maria.

MIGUEL A. LOPES/LUSA

O presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Lisboa Norte anunciou, esta quarta-feira, um investimento de 10 milhões de euros para intervir na Unidade de Queimados, Urgência Geral e Cuidados Intensivos do hospital de Santa Maria.

“Temos um projeto de relocalização da nossa Unidade de Queimados, que ficará junto à urgência. Essa relocalização vai permitir passarmos das atuais cinco para as dez camas e criarmos seis camas de intermédios, camas que no fundo são quartos atendendo que estamos a falar de queimados”, disse Carlos Martins, no dia em que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, visitou o hospital de Santa Maria.

O presidente do Conselho de Administração defendeu que as obras vão melhorar a capacidade de resposta do hospital.

“Será um aumento muito significativo da nossa capacidade instalada, mas sobretudo da capacidade instalada para o país, em matéria de situações de catástrofe ou de rotina, dada a dimensão de responsabilidade que temos, que é nacional”, frisou.

Carlos Martins referiu que as obras não vão ficar pela Unidade de Queimados, estando também previsto um aumento da área de Cuidados Intensivos e requalificação da Urgência Geral.

“Vamos ter uma obra de 10 milhões de euros, que vai durar cerca de um ano, e mais que uma obra do hospital de Santa Maria ou do Centro Hospitalar, é uma obra que fica ao serviço do país, dadas as áreas críticas que estamos a falar”, salientou.

O responsável garantiu que as obras não vão afetar a capacidade de resposta da urgência.

“A Unidade de Queimados é uma deslocalização, os Cuidados Intensivos é uma ampliação e a Urgência são obras de requalificação. Em vez de oito meses, vamos demorar 12 meses para não causar constrangimentos, mas vamos ter estas modernas unidades ao serviço do país”, conclui.

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