Arte

Obras de 21 artistas contemporâneos portugueses em exposição em Madrid este mês

Várias obras de 21 artistas contemporâneos portugueses vão estar em exposição em Madrid a partir de 16 de fevereiro. A mostra tem lugar na Tabacalera.

MARIO GUZMAN/EPA

Obras de 21 artistas portugueses contemporâneos, entre os quais Helena Almeida, Julião Sarmento, Fernanda Fragateiro, José Pedro Croft e Pedro Cabrita Reis, estarão em exposição em Madrid, a partir de 16 de fevereiro.

“Escala 1:1. 21 Artistas Contemporâneos Portugueses”, com curadoria de Verónica Mello, estará patente na Tabacalera, espaço gerido pelo Ministério espanhol da Cultura, onde funcionou a antiga fábrica de tabaco de Madrid.

Helena Almeida, António Bolota, Teresa Braula Reis, Carlos Bunga, Pedro Cabrita Reis, Rui Calçada Bastos, André Cepeda, Nuno Cera, José Pedro Croft, Ângela Ferreira, Fernanda Fragateiro, Ramiro Guerreiro, Gil Heitor Cortesão, Tomaz Hipólito, João Louro, Daniel Malhão, Jorge Molder, Rodrigo Oliveira, João Onofre, Julião Sarmento e Nuno Sousa Vieira são os 21 artistas cujas obras estarão em exposição, de acordo com informação disponibilizada no ‘site’ da Tabacalera.

No texto de apresentação da mostra lê-se que “que Portugal tem dado nos últimos anos uma lista muito importante de interessantes artistas visuais, muitas vezes reconhecidos internacionalmente, mas, como é habitual, pouco conhecido em Espanha, seu país vizinho”. Por isso surgiu “Escala 1:1. 21 Artistas Contemporâneos Portugueses”.

A mostra “pretende refletir sobre a escala como ferramenta de leitura, de comparação e de criação de referências para compreender o espaço e o contexto de cada indivíduo”.

“Essa dicotomia entre Arquitetura e Arte foi fundamental para a criação da exposição”, cujo conceito “incide sobre diferentes temáticas da relação triangular, entre o corpo, o espaço e a obra”, lê-se no texto de apresentação.

“Escala 1:1. 21 Artistas Contemporâneos Portugueses” estará patente até 15 de abril.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Censura

Je suis Waterhouse

Maria João Marques
170

Estamos a regressar a um tempo em que a nudez é pecaminosa e uma transgressão, cuja exibição deve ser punida? Já não vemos a arte como, entre outras, uma forma de prestar tributo à beleza humana?

Só mais um passo

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site