Ranking Escolas 2017

Erro num dos rankings das escolas Observador/Nova SBE

O ranking de sucesso relativo ao ensino secundário publicado no dia 3 de fevereiro continha informação relativa a 2016 e não a 2017. Os restantes três rankings estavam correctos.

Getty Images/iStockphoto/dolgachov

O ranking de sucesso relativo ao ensino secundário publicado no dia 3 de fevereiro pelo Observador continha informação relativa ao ano errado. Em vez de os resultados reflectirem a prestação das escolas no ano letivo 2016/2017, foram erradamente utilizados os dados referentes ao ano letivo de 2015/2016. Os restantes três rankings — relativos aos exames do 3.º ciclo e do secundário e o ranking de sucesso relativo ao 3.º ciclo — estão correctos.

O Observador pede desculpa a todos os visados e aos leitores por este erro, que já foi corrigido no interactivo e em todos os textos que faziam referência a esse ranking específico. O erro não foi imediatamente perceptível, mas assim que foi detetado foi corrigido.

Os rankings Observador/Nova SBE são feitos em conjunto com uma equipa da Nova School of Business and Economics (Nova SBE). Os dados em bruto que chegam do Ministério da Educação são analisados e ordenados pelos especialistas da Nova SBE e, depois, são tratados jornalisticamente pelo Observador.

A equipa da Nova/SBE que tratou os dados disponibilizados pelo Ministério da Educação explica o que aconteceu: “O ranking baseado na progressão dos alunos (a diferença entre a percentagem de percursos de sucesso na escola e a média nacional, em pontos percentuais) publicado no fim de semana passado foi calculado com os resultados das escolas relativos ao ano lectivo de 2015-16. O correcto para comparar com os resultados baseados em exames de 2017 é considerar os resultados das escolas relativos ao ano lectivo de 2016-17 e é esse ranking que agora é disponibilizado (e comparado com o anterior). A equipa da Nova SBE lamenta ter utilizado o ano anterior”.

E esclarece os critérios utilizados para a elaboração desse mesmo ranking, que diferem dos utilizados no ano passado: “Em 2016 utilizaram-se os dados então disponibilizados pelo Ministério relativos ao triénio 2014-16. No entanto, pareceu-nos mais diretamente comparável com as notas dos exames de um dado ano considerar a progressão dos alunos que terminaram num dado ano”.

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