Egito

Forças Armadas do Egito lançam operação anti-terrorista de grande escala

As Forças Armadas egípcias lançaram uma enorme operação anti-terrorista em vários pontos do país. As operações estendem-se à região do Delta do rio Nilo.

TURKISH GENERAL STAFF PRESS OFFI/EPA

O Exército egípcio iniciou esta sexta-feira uma campanha de segurança contra o terrorismo em vários pontos do país, sobretudo no centro e norte da Península do Sinai.

As operações das Forças Armadas estendem-se também à região do Delta do rio Nilo e no deserto ocidental para “limpar as zonas em que se encontram focos terroristas”, refere um comunicado lido pelo porta-voz do Exército, Tamer al Refail, e difundido pelos vários canais de televisão e rádio do país.

O Exército egípcio mantém posições no norte do Sinai contra grupos ligados aos radicais do Estado Islâmico, desde finais de 2014, apesar de as informações sobre as operações serem limitadas.

De acordo com o “comunicado número 01” lido por Al Refai, o presidente egípcio Abdelfatah al Sisi ordenou ao Ministério do Interior “para combater o terrorismo e outras ações criminais” durante a operação “Aplicação da Lei”. A operação vai ser acompanhada de “manobras de treino” e de “movimentos operacionais” em todos os pontos estratégicos.

A ação das Forças Armadas tem também como objetivo impor o controlo junto dos postos fronteiriços do Egito e “limpar as zonas onde se localizam focos terroristas”, disse o porta-voz sem fornecer mais detalhes. O porta-voz também pediu aos egípcios “de todo o país” para cooperarem com as forças de segurança.

No passado dia 29 de novembro, al Sisi deu três meses ao chefe de Estado Maior, Mohamed Farid Hegazi, para recuperar a segurança na Península do Sinai, poucos dias depois de um atentado contra uma mesquita que fez 305 mortos.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Brasil

O impasse brasileiro

Manuel Villaverde Cabral

O Brasil está muito longe de ter saído do impasse e tanto Lula como o velho PT, em cuja «diferença» se quis acreditar, só acrescentam dificuldades à busca de uma solução viável e positiva.

Turquia

Afrin e as escolhas de Erdoğan

Diana Soller

Pela primeira vez na história dois aliados da NATO encontram-se em armas em dois lados diferentes da barricada, o que pode vir a ser a prova dos nove relativamente ao futuro da comunidade de segurança

Só mais um passo

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site