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Rebobina: ainda se lembra como eram os auto-rádios?

Celebra-se hoje o Dia Mundial da Rádio. A propósito, é do tempo das cassetes? E ainda se lembra de andar com o auto-rádio debaixo do braço? Recorde aqui o quanto os auto-rádios evoluíram.

Autor
  • Francisco António

Para assinalar mais um Dia Mundial da Rádio, a Seat elaborou um vídeo em que recorda a forma como a música, e mais concretamente os aparelhos de som que tornam as nossas viagens mais alegres e descontraídas, evoluíram ao longo das últimas décadas. Diga lá: ainda se lembra das velhinhas cassetes? E de andar com o auto-rádio debaixo do braço?

Hoje em dia marcada pela tecnologia dos ecrãs tácteis com sistema de som integrado, podcasts e playlists, a verdade é que a ligação entre o automóvel e a rádio é algo que já vem muito de trás. Começou em 1922, mais precisamente a 5 de Maio, quando um Ford T foi, pela primeira vez, equipado com um rádio. Iniciando-se aí uma parceria que se tem mantido firme até hoje.

Procurando recordar esse caminho já percorrido, a Seat divulga não só um conjunto de fotografias, como também um vídeo, de certa forma promocional, em que recorda a forma como este “casamento” tem evoluído: desde o Seat 600, até aos seus modelos mais recentes e modernos, como o Arona.

Nesta espécie de viagem ao passado, a marca espanhola começa por lembrar o tempo em que o rádio era um verdadeiro artigo de luxo, pago à parte – isto numa altura em que os automóveis não possuíam sequer retrovisores ou cintos de segurança.

Da cassete aos sistemas de infoentretenimento

Outro marco na evolução desta parceria surgiria já nos anos 80, com a explosão dos Walkman e dos dispositivos portáteis, assim como da famosa cassete. Algo que obrigou os automóveis a disponibilizarem não só leitores para este tipo de suporte, como até mesmo espaço acrescido para arrumar as cassetes que qualquer condutor acabava por acumular.

Também fizeram parte desta caminhada os auto-rádios extraíveis, solução encontrada por muitos fabricantes para combater o roubo deste tipo de equipamentos que, durante um certo período, tendeu a generalizar-se. Sendo que, para o condutor, passou a tornar-se vulgar levar o auto-rádio para casa, de forma a mantê-lo a salvo dos amigos do alheio.

Hoje, ao contrário do que acontecia nos auto-rádios – em que o mais importante era a caixa onde estava toda a tecnologia (e era preciso arranjar sempre um alçapão para a acomodar) –, qualquer sistema de som é construído a partir do painel frontal, a grande maioria táctil. Com o tudo o resto a ser desenvolvido em função deste.

Segundo a Seat, o desenho do painel frontal de um sistema de informação e entretenimento demora cerca de ano e meio a ser desenvolvido, resultando de qualquer coisa como 1.000 esboços e integrando cerca de 3.000 ícones. Isto, além de requerer um apurado trabalho de ergonomia e acessibilidade, com o objectivo de, cada vez mais, substituir os botões físicos por comandos tácteis.

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