Logo Observador
  1. Os 10 maiores perigos para o mundo, segundo a “The Economist”
    21 Março 2016180
    Divisão de análise económica da revista "The Economist" - a Economist Intelligence Unit - elenca os 10 grandes perigos para as economias e para as sociedades globais. Conheça-os (e o risco de cada um)
    Utilize as setas do teclado
    Edgar Caetano
  2. 10
    Quebra no investimento na exploração petrolífera pode levar a choque no futuro.

    "Intensidade do risco" = 4/20
    Lembra-se de quando, em 2008, o petróleo chegou aos $150/barril? Há especialistas que associam isso à baixa dos preços que se tinha registado em 1998. Quando o preço cai, o investimento na exploração desce e isso pode alimentar insuficiências súbitas que façam disparar o preço.

    Foto: AFP/Getty Images
  3. 10
    Quebra no investimento na exploração petrolífera pode levar a choque no futuro.

    A Economist Intelligence Unit (EIU) diz que o risco de um choque dos preços do petróleo é "baixo, neste momento". "No entanto, o ambiente geopolítico volátil no Médio Oriente e Leste da Europa, bem como o impacto a prazo do menor investimento, cria algum risco para o futuro", acrescenta a consultora.

    Foto: ANDY RAIN/EPA
  4. 9
    Tensão no Mar da China Meridional pode estourar

    "Intensidade do risco" = 8/20
    As ambições expansionistas da China na sua região geográfica podem resultar em choques militares graves, receia a EIU. Navios chineses têm tentado ocupar pequenas ilhas rochosas no Mar da China Meridional para garantir um crescimento das suas zonas económicas exclusivas.

    Foto: AFP/Getty Images
  5. 9
    Tensão no Mar da China Meridional pode estourar

    Em fevereiro, soube-se que a China lançou mísseis terra-ar para as ilhas Paracel, o que levou a protestos imediatos por parte do Vietname, entre outros. "Um eventual agravamento destas tensões pode penalizar os laços económicos regionais e deprimir o clima económico global", receia a EIU.

  6. 8
    Referendo britânico à UE pode resultar no "Brexit"

    "Intensidade do risco" = 8/20
    O primeiro-ministro David Cameron negociou com os parceiros europeus e obteve um acordo com o qual se sente confortável a recomendar aos britânicos que votem pela permanência na União Europeia. Mas as sondagens mostram quão imprevisível é o sentido do voto britânico em junho.

    Foto: LAURENT DUBRULE/EPA
  7. 8
    Referendo britânico à UE pode resultar no "Brexit"

    Se, a 23 de junho, os britânicos votarem no sentido da saída do Reino Unido da UE, isso teria "ramificações negativas" que iriam muito além da ilha. "Seria negativo para toda a UE", já que o Reino Unido tem sido um "motor" de crescimento na Europa e é uma força de pressão no sentido da liberalização da economia.

    Foto: AFP/Getty Images
  8. 7
    Estado Islâmico e terrorismo "jihad" ameaçam economia mundial

    "Intensidade do risco" = 12/20
    A EIU leva a sério os riscos associados ao Estado Islâmico e outros grupos terroristas. Apesar de o ISIS parecer estar em remissão, sobretudo no Iraque, os seus ataques são cada vez mais mortíferos. A ameaça terrorista está no topo das prioridades dos responsáveis, diz a EIU.

    Foto: AFP/Getty Images
  9. 7
    Estado Islâmico e terrorismo "jihad" ameaçam economia mundial

    "Se a atual espiral de ataques terroristas escalar, isso terá, sem dúvida, um efeito negativo para a confiança dos consumidores e das empresas", antecipa a EIU. Um dos efeitos disso será, acredita a consultora ligada à "The Economist", dias difíceis para as bolsas europeias e, por consequência, para a economia.

    Foto: AFP/Getty Images
  10. 6
    E se Donald Trump vencer (mesmo) a corrida à Casa Branca?

    "Intensidade do risco" = 12/20
    Ninguém parece capaz de evitar que Donald Trump seja, mesmo, o candidato Republicano à Casa Branca em novembro. Caso Trump vença, a partir do pouco que se sabe das suas opiniões políticas é possível antever uma crise no comércio mundial e possíveis riscos militares, diz a EIU.

    Foto: JIM LO SCALZO/EPA
  11. 6
    E se Donald Trump vencer (mesmo) a corrida à Casa Branca?

    "Ainda que não esperemos que Trump consiga vencer a mais provável candidata, Hillary Clinton, esta previsão não é isenta de riscos", diz a EIU. A consultora diz que uma vitória de Trump iria ser um "doce" para quem recruta terroristas no Médio Oriente e uma guerra comercial com países como o México seria um risco.

    Foto: Getty Images
  12. 5
    Saída da Grécia da zona euro pode levar a desmembramento da moeda única

    "Intensidade do risco" = 15/20
    "Apesar do acordo à última hora para um terceiro resgate, em julho, o futuro do país como membro da zona euro continua em risco", afirma a EIU. A consultora vê um risco de que o não-cumprimento do programa de resgate poderá levar a novos episódios de corrida aos bancos.

    Foto: AFP/Getty Images
  13. 5
    Saída da Grécia da zona euro pode levar a desmembramento da moeda única

    O "Grexit" está longe de ter deixado de ser um risco, diz a EIU, e "se a ideia de que a pertença ao euro deixou de ser irrevogável, as atenções irão virar-se para os outros países mais endividados", como Portugal. Outros países poderão sair da zona euro e cair em "recessões profundas".

    Foto: ALKIS KONSTANTINIDIS/EPA
  14. 4
    Mais do que a zona euro, todo o "projeto europeu" está em risco de "fratura"

    "Intensidade do risco" = 15/20
    É algo "evidente" que o chamado "projeto europeu" tem sofrido uma "erosão grave" com a crise dos refugiados e os atentados de Paris de 13 de novembro. Uma das consequências mais perigosas é que "muitos eleitores estão revoltados com as suas elites políticas".

    Foto: HERBERT P. OCZERET/EPA
  15. 4
    Mais do que a zona euro, todo o "projeto europeu" está em risco de "fratura"

    Este problema está a criar o risco de uma "fratura" na União Europeia. Os fluxos comerciais e a cooperação económica podem sair prejudicados, penalizando tanto a atividade comercial da Alemanha como a recuperação económica em todos os outros países da região.

    Foto: Getty Images
  16. 3
    Subida dos juros nos EUA pode fazer "descarrilar" os países emergentes

    Ao cabo de quase uma década com juros em 0%, a Reserva Federal norte-americana decidiu aumentar os juros ligeiramente em dezembro, o que indicou que poderá estar a acabar a era do "dinheiro barato" na maior economia do mundo. As principais consequências podem, contudo, sentir-se lá fora.

    Foto: Getty Images
  17. 3
    Subida dos juros nos EUA pode fazer "descarrilar" os países emergentes

    O risco é que a subida dos juros no dólar leve a um fluxo súbito de saída de capitais de algumas economias emergentes. Este é um efeito que já está a sentir-se, mas a EIU receia que uma verdadeira "crise da dívida nos mercados emergentes pode causar um pânico considerável em todos os mercados globais".

    Foto: AFP/Getty Images
  18. 2
    A Rússia de Putin arrisca lançar uma nova "guerra fria"

    "Intensidade do risco" = 16/20
    As relações entre o Ocidente e a Rússia estão "o mais frias que estiveram desde o fim da Guerra Fria". Entre os ataques russos na Síria, o abate do avião russo por um F-16 turco e a anexação da Crimeia (e sanções associadas), a geopolítica na região é um grande risco.

    Foto: YURI KOCHETKOV/EPA
  19. 2
    A Rússia de Putin arrisca lançar uma nova "guerra fria"

    "A bifurcação da geopolítica global poderá, se não for resolvida, colocar em perigo um conjunto vasto de objetivos de política comuns, desde o combate ao terrorismo 'jihadi' e as alterações climáticas", diz a EIU. Existe um risco de "confronto direto" entre a Rússia e a Europa Ocidental.

    Foto: ROMAN PILIPEY/EPA
  20. 1
    "Aterragem brusca" na China é o risco número 1 no mundo

    "Intensidade do risco" = 20/20
    É sabido que a economia chinesa está a abrandar – é, até, natural que assim aconteça tendo em conta a transformação que está a ser feita no modelo económico (maior importância para o consumo interno e menos para as exportações). Mas a transição é difícil de executar.

    Foto: Getty Images
  21. 1
    "Aterragem brusca" na China é o risco número 1 no mundo

    "Se a economia chinesa abrandar mais do que o previsto, isso irá alimentar a derrocada global nos preços das matérias-primas, o que terá um impacto muito negativo para países da América Latina, Médio Oriente e África", diz a EIU. Mas ninguém sairá imune a uma "aterragem brusca" da segunda maior economia mundial.

    Foto: Getty Images