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Foi há uma semana que David Bowie, o mais camaleónico dos músicos, morreu. A notícia fez capa nos jornais do mundo inteiro, à medida que artistas, músicos e fãs prestavam as últimas homenagens. Cartoonistas e ilustradores pegaram nos lápis e nos pincéis e pintaram Bowie como nunca o tínhamos visto — de regresso às estrelas.

Durante 69 anos, Bowie foi muitos. Foi Ziggy Stardust, Major Tom, Thin White Duke e tantos outros. E na morte, assim como na vida, Bowie também usou uma máscara. O cancro do fígado, diagnosticado há cerca de 18 meses, foi escondido deliberadamente de amigos e familiares. Fora do círculo mais próximo do músico, eram poucos aqueles que sabiam que David Bowie estava a morrer. Mas as pistas estavam lá.

No último ano, a mulher, a modelo Iman, publicou no Twitter e no Instagram dezenas de frases religiosas e motivacionais. Uma delas, com data de 9 de janeiro, dizia: “Às vezes só sabes qual é o verdadeiro valor de um momento quando ele se torna numa memória”. Também o último álbum, Blackstar, parece ter sido uma pista — na gíria médica, os pontos pretos com que se marcam os pacientes nas sessões de radioterapia chamam-se “black stars” (“estrelas negras”).

Lançado dois dias antes de morrer, no dia do seu aniversário (8 de janeiro), o álbum contém músicas que parecem ter sido criadas a pensar numa despedida. Num dos temas, “Lazarus”, Bowie canta: “Look up here, I’m in heaven” (“olha cá para cima, estou no céu”).

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Bowie, o camaleão

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A música

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A despedida

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A morte

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