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Mitos e verdades sobre as vacinas

19 Abril 2017306
Rita Porto

Quando devem ser dadas as vacinas extra ao Programa Nacional de Vacinação?

Pergunta 5 de 10

As vacinas extra ao Programa Nacional de Vacinação — como a vacinação contra a tosse convulsa, contra a varicela, contra rotavírus, etc — “podem ser dadas sempre que necessário e sempre que se justificar”, refere Jorge Atouguia.

Ainda assim, deve ter-se em atenção as interações com outras vacinas. Isto é, as “vacinas vivas” como a da febre amarela e da Poliomielite, devem ser dadas “na mesma altura ou com um intervalo de um mês” enquanto as “vacinas inativas” como tétano e a hepatite A podem ser dadas “na mesma altura ou separadas por uma semana”.

Não há, contudo, problema em administrar uma vacina viva e uma inativa ao mesmo tempo — por exemplo a vacina da febre amarela juntamente com a vacina do tétano.

No caso da vacina VASPR (contra o sarampo, a parotidite (papeira) e rubéola) — são várias vacinas numa só, todas a partir “de estirpes vivas e atenuadas” –, “são todas das na mesma altura” até porque têm uma resposta “mais eficaz do que quando administradas isoladamente”.