Luís Rosa

Iniciei a minha carreira em 1999 num semanário chamado Euronotícias. Passei depois pelo Independente, Expresso, Sol e Jornal i. Foi no Indy, onde estive entre 2000 a 2005, que comecei a apostar no jornalismo de investigação, sendo o melhor exemplo dessa aposta o caso das contas da Suíça de Isaltino Morais que levaram à sua demissão de ministro do governo ver mais... de Durão Barroso em Abril de 2003. Prossegui esse caminho no Expresso entre 2005 e 2006, juntamente com o acompanhamento da área da Justiça. Saí para a redação fundadora do semanário Sol onde estive até 2013 integrado no departamento de investigação daquele jornal. Foram seis anos marcantes com muitos e importantes trabalhos como as investigações sobre os casos “Face Oculta”, “Bragaparques”, “CTT”, entre outros. Entre março de 2012 e maio de 2015 estive na direção do jornal i. Entrei como diretor-adjunto e assumi as funções de diretor em setembro de 2014. Estou no Observador desde setembro de 2015.

Governo

O PS, a Justiça, Van Dunem e Angola

Luís Rosa

Van Dunem será confrontada com um sector que conheceu amplas reformas legislativas. Voltar a mudar tudo ou quase tudo será repetir os erros que costumam ser apontados a outras áreas, como a Educação.

356
Caso José Sócrates

Sócrates, o manipulador

Luís Rosa

Sócrates quis retratar-se com uma vítima de um quase Estado totalitário, recorrendo a vários exemplos judiciais para tentar demonstrar que a Justiça em Portugal não é democrática. Nada de mais errado.

3.613

Só mais um passo

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site